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	<title>PSICOLOGIA &#8211; Insight Multiespecialidades</title>
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	<description>Atendimento em Psicologia, Psiquiatria, Psicopedagogia, Avaliação Psicológica e Fonoaudiologia - Agendamento seguro e atendimentos Online e Presencial</description>
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	<title>PSICOLOGIA &#8211; Insight Multiespecialidades</title>
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		<title>Burnout não é só excesso de trabalho!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 18:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindrome de burnout: quando os excessos adoecem Saiba se você sofre com esse problema A síndrome de burnout &#8211; também conhecida como síndrome do esgotamento profissional &#8211; se tornou um problema reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em meio a uma alta de diagnósticos. Principalmente no período de pandemia e pós pandemia, esse cenário &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/burnout-nao-e-so-excesso-de-trabalho/"> <span class="screen-reader-text">Burnout não é só excesso de trabalho!</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Sindrome de burnout: quando os excessos adoecem</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Saiba se você sofre com esse problema</strong></h2>



<p>A <strong>síndrome de burnout</strong> &#8211; também conhecida como síndrome do esgotamento profissional &#8211; se tornou um problema reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em meio a uma alta de diagnósticos.</p>



<p>Principalmente no período de pandemia e pós pandemia, esse cenário chamou a atenção no Brasil: cerca de 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores atestam positivo para o problema, segundo dados da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt).</p>



<p>Mas como identificar se você sofre com este problema? <strong>Quais são os sintomas da síndrome de burnout? </strong>Como tratar? Vem com a gente, que neste conteúdo vamos falar mais sobre esse assunto!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a Síndrome de Burnout</strong></h2>



<p>Quem nunca sentiu a pressão do excesso de trabalho? Ou achou que não aguentaria a jornada do dia?</p>



<p>Apesar de ser muito relacionada ao excesso de trabalho, o burnout vai além disso e engloba também outros pontos como: falta de reconhecimento, criatividade tolhida e mau relacionamento com os colegas também podem engatilhar uma síndrome de estresse crônico.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, não se trata apenas de um cansaço extremo do trabalho, vai muito além. E é por isso que é importante estar atento(a) aos sintomas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conhecendo o inimigo: identifique os sintomas de Burnout&nbsp;</strong></h2>



<p>Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e alto índice de desemprego, é difícil não sentir as cobranças diárias por resultados.</p>



<p>Assim sendo, essa pressão, somada ao cansaço e demais problemas, como falamos acima, está tornando o ambiente de trabalho cada vez mais prejudicial para a saúde física, mental e emocional.</p>



<p>Ou seja, Burnout, na verdade, é um nome recente para um mal antigo, que agora está cada vez mais presente na vida dos trabalhadores brasileiros.</p>



<p>Mas como saber se você sofre com a sindrome de burnout? Para te ajudar a identificar, trouxemos aqui uma lista com os principais sintomas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Sensação de esgotamento físico e emocional;</li><li>Ausências no trabalho;</li><li>Agressividade, isolamento ou demais atitudes negativas;</li><li>Mudanças bruscas de humor;</li><li>Irritabilidade;</li><li>Dificuldade de concentração;</li><li>Lapsos de memória;</li><li>Ansiedade;</li><li>Depressão;</li><li>Pessimismo;</li><li>Baixa autoestima.</li></ul>



<p>Além desses sintomas, dores de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome. E um<strong> psicólogo on line</strong> pode te ajudar&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Se a sua saúde pede atenção, escute!</strong></h2>



<p>Não há salário, promoção ou carreira que justifique seu adoecimento. </p>



<p>Por isso, se você identificou algum destes sintomas, <strong><a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5551993768716&amp;text=Ol%C3%A1+Gostaria+de++saber+mais+sobre+a+Clinica+Insight+Multi+e+seus+servi%C3%A7os&amp;app_absent=0">clique aqui</a></strong> e entre em contato conosco para agendar uma consulta com nossos especialistas (faça isso em poucos cliques e agende sua consulta com <strong>psicologa em porto alegre</strong> ou<strong> pisocóloga on line</strong>!).</p>



<p>É importante saber que burnout tem tratamento que pode envolver mudanças organizacionais, no seu estilo de vida, psicoterapia e talvez medicamentos, mas sempre é necessário acompanhamento profissional! Não se automedique, nem busque alternativas arriscadas!.</p>



<p>Por isso, estar atento(a) aos sinais e buscar ajuda no primeiro deles é o caminho mais indicado para não deixar o problema se agravar e conseguir um tratamento mais rápido e eficaz.</p>



<p>E aqui na InsightOn você conta com profissionais preparados para te ajudar a lidar com esse problema. <strong><a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5551993768716&amp;text=Ol%C3%A1+Gostaria+de++saber+mais+sobre+a+Clinica+Insight+Multi+e+seus+servi%C3%A7os&amp;app_absent=0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui</a></strong>, conheça nosso time de especialistas em saúde e agende seu horário!</p>



<p>Consultas presenciais e consultas online com psicólogos e:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Psicopedagogos</li><li>Fonoaudiólogos</li><li>Psiquiatras</li></ul>



<p>Saiba mais sobre nossos serviços e nossa forma de cuidado através do nosso site <a href="https://insightmulti.com.br/">https://insightmulti.com.br/</a> ou entre em contato via WhatsApp <strong><a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5551993768716&amp;text=Ol%C3%A1+Gostaria+de++saber+mais+sobre+a+Clinica+Insight+Multi+e+seus+servi%C3%A7os&amp;app_absent=0">clicando aqui</a></strong>.</p>



<p><em>Psicologa porto alegre / psicóloga on line / psícologo on line / psicólogo online</em></p>
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		<title>AUTISMO INFANTIL -PARTE 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 13:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Características das pessoas com TEA As características que serão descritas referem-se a todas as possibilidades já relatadas de comportamento que os TEA podem apresentar. É importante ressaltar que isso não significa que todos apresentem o conjunto completo de características nem o mesmo grau de comprometimento, pois isso pode ser muito diferente para cada indivíduo. Destacamos &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/autismo-infantil-parte-ll/"> <span class="screen-reader-text">AUTISMO INFANTIL -PARTE 2</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Características das pessoas com TEA</strong></h2>



<p>As características que serão descritas referem-se a todas as possibilidades já relatadas de comportamento que os TEA podem apresentar. </p>



<p>É importante ressaltar que isso não significa que todos apresentem o conjunto completo de características nem o mesmo grau de comprometimento, pois isso pode ser muito diferente para cada indivíduo. </p>



<p>Destacamos que pessoas típicas (que não são TEA) também podem apresentar algumas destas características sem maior significado.</p>



<p>Objetivando uma melhor compreensão será necessário repetirmos algumas informações anteriormente descritas, afinal a base do aprendizado é a repetição e o entendimento! Esta é a melhor forma de ensinar os autistas. Para melhor descrevê-las apresentarei em forma de queixas ouvidas por mim em consultório pelos pais de TEA´s:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>&#8211; Ele não responde ao próprio nome !</li><li>&#8211; Ela não consegue dizer o que ela quer!</li><li>&#8211; Ele tá demorando muito para falar!</li><li>&#8211; Ele não obedece !</li><li>&#8211; Parece ser surdo!</li><li>&#8211; Ela não aponta para nada, nem dá tchau!</li><li>&#8211; Ele falava poucas palavras e agora não fala mais!</li><li>&#8211; O meu bebê não dá aquele sorriso, sabe de criança pequena!</li><li>&#8211; Ele prefere brincar sozinho, fica horas!</li><li>&#8211; Ele mesmo pega o que deseja!</li><li>&#8211; É muito independente!</li><li>&#8211; Às vezes parece muito precoce!</li><li>&#8211; Ele não olha muito nos meus olhos!</li><li>&#8211; Parece que vive em seu próprio mundo!</li><li>&#8211; Doutor acho que ele nos ignora!</li><li>&#8211; Porque não  tem interesse em outras crianças?</li><li>&#8211; Ele tem crises de raiva que nos deixa nervosos!</li><li>&#8211; Ele pode ser Hiperativo?</li><li>&#8211; Ele não sabe como brincar com brinquedos!</li><li>&#8211; Ele anda na ponta dos pés, é normal?</li><li>&#8211; Ele adora enfileirar tudo, que organizado!</li><li>&#8211; Acho que ele é muito sensível a alguns tipos de sons!</li><li>&#8211; Ele faz  uns movimentos estranhos!</li><li>&#8211; Ele não consegue brincar de faz de contas, sempre repete as falas do desenho da tv!</li><li>&#8211; Ele fala de um modo estranho!</li><li>&#8211; Ele parece muito arrogante/ prepotente!</li><li>&#8211; Acho ele muito inteligente, ele usa palavras que não são para a sua idade!</li><li>&#8211; Ele leva um adulto pela mão quando quer algo!</li><li>&#8211; Ás vezes dá uma resposta  incoerentemente às perguntas!</li><li>&#8211; Ele fica repetindo a última palavra constantemente!</li><li>&#8211; Ele tem uma memória incrível para logotipo!</li><li>&#8211; Ele gosta sempre da mesma coisa!</li><li>&#8211; Ele adora ver o mesmo desenho muitas vezes!</li></ul>



<p>Todas estas queixas ou observações dos pais aparecem constantemente e são muito importantes para a definição do diagnóstico (uma psicóloga on line pode te ajudar). Apesar do grande desafio, a mudanças desses comportamentos é possível a partir de intervenções.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como os autistas percebem o mundo?</strong></h2>



<p>Quanto mais nós conseguirmos entender como os autistas percebem este mundo mais próximos nós estaremos deles e, consequentemente, mais facilmente poderemos ajudá-los.</p>



<p>Refiro-me a características relacionadas a forma de agir e de pensar que partem de uma lógica particular e que, uma vez entendida,  facilita a compreensão de seus atos.</p>



<p>Por exemplo: é muito comum os autistas parecerem arrogantes ou prepotentes para as outras pessoas. Na verdade não são, como falam a verdade não tem o menor problema em dizer quando sabem de alguma coisa ou sabem que são muito bons em algo. Não entendem a necessidade de mascarar ou colocar-se de forma mais humilde socialmente. Simplesmente por uma questão de ser verdadeiro.</p>



<p>Nos autistas, os receptores presentes no nosso corpo que são responsáveis por transmitir todas as sensações para o nosso cérebro, até o momento são descritos como se fossem mais sensíveis do que na maioria das pessoas. </p>



<p>Sendo assim, os sons, cheiros, gostos e toques, as vezes imperceptíveis para a maioria, podem ser francamente dolorosos para os autistas e muito mais intensos.</p>



<p>Esta informação é muito importante, pois, às vezes, o ambiente que julgamos apropriado, inofensivo, muitas vezes, pode ser sentido como hostil. Por exemplo, o supermercado!</p>



<p>Dessa forma, situações como uma crise no meio de uma loja, shopping, etc&#8230;, por exemplo, que podem parecer sem sentido algum, na verdade tem um motivo: a demonstração de que a pessoa não está à vontade naquele lugar e que algo pode estar lhe “agredindo”. Não se preocupe! Isto não significa que quem recebe o diagnóstico de autismo não poderá mais sair de casa, mas sim que ao prestarmos atenção nessa forma diferente de perceber o mundo, será possível  identificar o agente “agressor” e, a partir disso, encontrar alternativas para amenizar o sofrimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Audição</h3>



<p>Continuando o passeio sobre as percepções, a audição pode percebida por algumas pessoas autistas de forma hiperaguda, ou seja, é como se muitas pessoas estivessem falando de uma só vez, confundindo o entendimento. </p>



<p>Sons como a tosse, o liquidificador, o choro de um bebê, o giz no quadro negro e até mesmo os zumbidos de iluminação fluorescente são muito mais intensos do que sentimos.</p>



<p>Imagine, então, que o cérebro não consegue filtrar todas as entradas e fica sobrecarregado. Pode ficar muito difícil identificar o que, na verdade, deve receber a sua atenção! </p>



<p>Esta simples conclusão justifica uma atitude simples que pode facilitar a comunicação com os autistas. </p>



<p>Toda vez que desejar sua atenção procure se sobressair aos outros estímulos. Primeiro chegando perto, chamando a sua atenção e falando diretamente a eles, certificando-se do seu entendimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Olfato</h3>



<p>O olfato, também pode ser muito sensível. </p>



<p>Cheiros de alimentos como  peixe e carne, o odor das outras pessoas, o fedor de cocô da fralda de um bebê apresentam um cheiro muito forte para alguns autistas que, na maioria das vezes, não consegue explicar exatamente o que está incomodando. Cabe as pessoas ao seu entorno o esforço em facilitar a identificação para a resolução do problema.</p>



<p>Um exemplo que gosto muito e que fica bem representativo é a luz fluorescente. Essa luz não é somente muito brilhante, ela também pisca com uma frequência que nós não percebemos, mas, os autistas sim.</p>



<p>Como podemos notar, a percepção dos sentidos é muito intensa, dificultando a concentração. Tudo isso pode fazer com que o autista tenha sentimentos de solidão e torna sua localização no espaço um pouco dificultada.</p>



<p>Conforme dito ateriormente, chamar a atenção dos autistas para que eles possam identificar o que precisa de sua atenção e falar com palavras simples a informação desejada facilita muito a comunicação. </p>



<p>Lembre-se que o pensamento de um autista é concreto. Isto significa que a interpretação de metáforas, expressões e brincadeiras com as palavras são mais dificies. </p>



<p>Para que uma ordem seja atendida ou mesmo uma explicação seja perfeitamente realizada ela precisa ser detalhada e concreta.</p>



<p>As expressões podem ser interpretadas de forma diferente também, por exemplo:</p>



<p><em> &#8211; Estou podre de cansado!</em></p>



<p>Esta expressão pode ser interpretada como que a pessoa está ficando podre e pode estar em perigo.</p>



<p><em>&#8211; Vai chover canivete!</em></p>



<p>Pode ser entendido como um perigo sair de casa pois canivetes cairão do céu!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Comunicação</h3>



<p>É importante lembrar que o Autista tenta utilizar todas as &nbsp;possíveis para se comunicar, ele tenta com a sua maneira, que, nem sempre é a tradicional. Precisamos entendê-los e ajudá-los a adequar esta forma. Tente imaginar você querendo dizer alguma coisa em um país completamente diferente e que não fale a sua língua!</p>



<p>É comum muitos autistas utilizarem palavras ou expressões que ouviram na TV ou mesmo de alguém, repetindo sem a compreensão do que realmente significa. Ele repete na expectativa de se comunicar. </p>



<p>Porém na maioria das vezes não conseguimos interpretar, pois ficam fora de contexto. Nesta hora pode-se perguntar o que significa ou mesmo qual o objetivo, quase sempre receberemos uma boa “dica”.</p>



<p>Os Autistas tem uma capacidade muito grande visual, muito melhor do que a maioria das pessoas. Mostrar como fazer alguma coisa é muito melhor do que falar. </p>



<p>As palavras são muito rápidas para eles, até em função de muitos estímulos. Por este motivo os desenhos podem facilitar. Esta é a base dos PECs (cartões ilustrativos de atividades e respostas). Lembre-se que a repetição facilita o aprendizado. As figuras podem ajudar a antecipar o que acontecerá, trazendo calma.</p>



<p>Outro grande segredo da comunicação com os autistas é sempre antecipar os acontecimentos. Ou seja, sempre antecipar detalhadamente os acontecimentos futuros. </p>



<p>Por exemplo: Vamos ao médico as 15h:00min, ele vai conversar contigo, depois iremos passar no supermercado para comprar algumas coisas que estão faltando (se possível fazer uma lista e mostrar a eles o que será comprado) e voltaremos para a nossa casa.</p>



<p>Outro facilitador do desenvolvimento é a regra do reforço positivo. Sempre destacar as conquistas, falar sobre as coisas erradas, mas sem dar muito valor, sempre enfatizando que ele pode fazer melhor e irá conseguir.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Interação social</h3>



<p>Como vimos anteriormente, as interações sociais são muito difíceis para os Autistas &#8211; não porque não desejem e sim porque é uma característica deles. Sendo assim, na infância pode parecer que eles não queiram brincar com outras crianças, por exemplo. </p>



<p>No entanto, muitas vezes eles não sabem como iniciar uma brincadeira, como entrar no jogo. Ensinar a brincar com os outros é muito importante. Você pode incentivar outras crianças a convidá-lo  para jogar junto. Com certeza o deixará muito feliz! Lembre-se que a as atividades estruturadas que têm início e fim são as melhores para eles.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Interpretação e linguagem</h3>



<p>No universo da comunicação, outra dificuldade que os autistas apresentam, envolve a interpretação das expressões faciais e da linguagem corporal. Este entendimento do que cada expressão significa e compõe esta habilidade de se comunicar pode ser treinada. </p>



<p>Crie situações para ele entender, faça expressões de tristeza, raiva, felicidade, surpresa, etc, para que ele veja e perceba a diferença entre elas.</p>



<p>O mundo percebido pelos autistas, como vimos, é povoado de fortes interferências e estímulos múltiplos que confundem e atrapalham. </p>



<p>Na maioria das vezes, em um determinado momento um destes estímulos pode ser tão intenso que seja capaz de provocar uma crise, seja ela de gritos, movimentos, agressividade, etc. As crises acontecem porque um ou mais dos sentidos entrou em sobrecarga, ou porque foi empurrado para além do limite das sua habilidades sociais.</p>



<p>Identificar o que desencadeia crises! Este é um ponto fundamental. Tenha certeza de que as crises são muito piores para eles do que para nós. Se você conseguir descobrir por que as crises ocorrem, elas podem ser evitadas.</p>



<p>Uma forma de conseguir identificar os desencadeantes é manter um registro das vezes, da forma, das pessoas e das atividades nas quais as crises ocorreram. Faça anotações que posteriormente comparadas pode facilitar o aparecimento de um padrão e o motivo ficará mais claro.</p>



<p><strong>Lembre-se que tudo é uma forma de comunicação!</strong><strong></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como é um autista na escola?</strong></h2>



<p>A escola, como para qualquer criança, é fundamental. Nesta instituição o aprendizado das matérias é apenas um dos benefícios que serão adquiridos. </p>



<p>Na escola aprendemos a ler, escrever, conhecimentos diversos, mas também aprendemos sobre as relações, sobre as diferenças, nos deparamos com nossas habilidades e dificuldades sem a facilitação do ambiente de casa e a interferência de nossos familiares.</p>



<p>As características de uma criança autista ficam mais evidentes no universo escolar, pela inevitável comparação com iguais, suas competências se evidenciam assim como suas limitações. Sendo assim, muito frequentemente quando uma criança do espectro passou desapercebida até então no colégio ela provavelmente aparecerá. </p>



<p>Claro, como vimos até agora, tudo depende do grau de funcionamento e adaptação desta criança. Alguns pais serão chamados pelo comportamento isolado, não participativo no grupo, outros por “birras” incontroláveis, ou até mesmo o comportamento da criança poderá passar quase desapercebido, simplesmente sendo considerado tímido e um pouco esquisito.</p>



<p>O desempenho escolar dependerá, então, do grau de funcionamento e capacidade intelectual. </p>



<p>Algumas crianças mais comprometidas começam a se distanciar das outras evidenciando um atraso, necessitando de mais ajuda. Com o passar do tempo, algumas crianças não conseguirão se independizar, outras precisarão de adaptações e outras ainda se destacarão na turma como excelentes alunos.</p>



<p>É evidente que a pergunta que surge é: como saber o que vai acontecer? Existem algumas características que podem nos auxiliar, mas o que sabemos até agora é que quanto mais precocemente ocorrer a identificação do diagnóstico e o tratamento, melhor será o resultado e mais adaptado e funcional será o desenvolvimento.</p>



<p>A escolha do colégio e suas características como: tamanho da turma, possiblidades de utilização de professores auxiliares na sala de aula, adaptações na estrutura contemplando o autismo, utilização de outros meios pedagógicos como computadores, enfim, uma melhor visão sobre a inclusão, vão fazer diferença para a criança.</p>



<p>Diversas estratégias escolares vêm sendo desenvolvidas ao longo do tempo. Sem dúvida os pequenos detalhes fazem diferença! Neste momento escolar, é fundamental o acompanhamento de um profissional especialista na área (Psicopedagogo, Pedagogo especial) para facilitar a comunicação entre escola e pais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">TRATAMENTO</h2>



<p>O tratamento, basicamente, tem como foco melhorar a qualidade de vida das pessoas com TEA, adaptando situações para melhor utilização dos potenciais na escola, em casa, na sociedade em geral e o pleno desenvolvimento de suas capacidades. </p>



<p>Na maioria das vezes utiliza-se medicamentos focando nos sintomas alvo, por exemplo: ansiedade em determinados períodos, falta de sono, crises de agressividade, etc. Alguns momentos/ situações são mais difíceis do que outras e o remédio pode simplificar a passagem por estas dificuldades e reduzir o sofrimento.</p>



<p>Outra questão importante do tratamento refere-se a necessidade de profissionais diferentes para a mesma criança. </p>



<p>Dentre os profissionais podemos citar: o psiquiatra da infância e adolescência, neurologista, pediatra, psicólogo, fonoaudiólogo, psicomotricista, nutricionista, psicopedagogo, pedagogo especial, terapeuta ocupacional, acompanhante terapêutico&#8230; </p>



<p>Em muitos casos é necessário o trabalho desses diversos profissionais ao mesmo tempo. Por exemplo, uma criança com atraso na fala precisa de um apoio de um fonoaudiólogo para promover o desenvolvimento mais rápido, facilitando a comunicação e consequentemente outros desenvolvimentos. </p>



<p>Cada um dos profissionais são sugeridos pelo médico responsável contemplando o momento, o desenvolvimento e as dificuldades individuais.</p>



<p>Sem dúvida, por vezes, o tratamento torna-se oneroso para a família, no entanto a proximidade de relacionamento com o profissional responsável facilitará a escolha de qual a urgência ou o especialista que deverá ser priorizado em cada momento.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ninguem escolhe ter Autismo</li><li>Com o apoio e orientação, as possibilidades são maiores do que você imagina</li><li>Tenha <strong>paciência, paciência e paciência!</strong></li><li><strong>Ver o autismo como uma habilidade diferente e não uma deficiência</strong></li><li><strong>Olhe além do que você pode ver como as limitações e veja as forças</strong></li></ul>



<p><strong>Sugestões de livros:</strong></p>



<p><strong>Adam (2009)</strong><strong> </strong>– Jovem engenheiro eletrônico que acaba de perder o Pai. Ele tem dificuldade de socializar, vivendo isolado no seu apartamento excessivamente organizado em N.Y.</p>



<p><strong>Código para o Inferno (1998)</strong> &#8211;&nbsp; Simon, um garoto de 9 anos com autismo que quebrou o código indecifrável do governo norte americano. O filme retrata as habilidades especiais.</p>



<p><strong>Forrest Gump, o contador de histórias (1994)</strong> – Ganhador do óscar de melhor filme, relata a jornada de um jovem cujo QI é bem inferior à média. O personagem apresenta traços de autismo como, ingenuidade, interpretação literal e o apego a rotina que o leva ao sucesso na vida. (netflix)</p>



<p><strong>Mary e Max: uma amizade diferente (2009)</strong> – animaçao, história da amizade entre mary uma menina solitária sobrepeso e max, um judeu de 44 anos obeso e vive com Asperger.&nbsp; (netflix)</p>



<p><strong>Temple Grandin (2010)</strong> – uma professora universitária que tem autismo. Sua história é fascinante e o filme nos dá uma lição de vida sobre a superação de dificuldades e sobre a sensibilidade de uma pessoa encantadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Psicólogo online ou presencial</strong></h2>



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<p><strong>Então&nbsp;</strong><a href="https://wa.me/5551993768716?text=Ol%C3%A1%20Gostaria%20de%20%20saber%20mais%20sobre%20a%20Clinica%20Insight%20Multi%20e%20seus%20servi%C3%A7os">CLIQUE AQUI</a><strong>.</strong></p>



<p>Consultas com psicologa em Porto Alegre (presencial) e também online.</p>



<p>Ter um apoio de um psicólogo on line e o acolhimento de um especialista de confiança pode mudar a realidade da sua família antes, durante e após um difícil diagnóstico. Não hesite, procure ajuda!</p>



<p><strong>Caso tenha dúvidas, entre em contato com a nossa equipe através do WhatsApp: (51) 99376-8716</strong></p>



<p><strong>Site:&nbsp;</strong><a href="https://www.clinicainsighton.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>www.clinicainsighton.com.br</strong></a></p>



<p><strong>Instagram: @clinicainsighton</strong></p>



<p>Texto desenvolvido pelo Psicólogo Especialista em Psicoterapia de Orientação Analítica Vinícius Lucietto Piccinini- CRP 07/25798</p>



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		<title>AUTISMO INFANTIL &#8211; PARTE 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 16:14:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que é ser diferente? Ser diferente é não ser igual, certo?  Igual ao que? A quem? Por que temos que ser iguais? Quanto desta falta de semelhança se faz necessário? Estas são perguntas simples, com respostas óbvias, porém, sempre esquecidas. Quando percebemos alguém diferente, esta “diferença” é percebida como não semelhante a que sou &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/autismo-infantil/"> <span class="screen-reader-text">AUTISMO INFANTIL &#8211; PARTE 1</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é ser diferente?</strong></h2>



<p>Ser diferente é não ser igual, certo?</p>



<p> Igual ao que? A quem?</p>



<p>Por que temos que ser iguais?</p>



<p>Quanto desta falta de semelhança se faz necessário?</p>



<p>Estas são perguntas simples, com respostas óbvias, porém, sempre esquecidas.</p>



<p>Quando percebemos alguém diferente, esta “diferença” é percebida como não semelhante a que sou e/ou conheço, e, consequentemente, desconhecido e imediatamente interrogada. </p>



<p>Tudo que é desconhecido pode trazer medo, dúvidas, e a constatação que existe a possibilidade de ser diferente compromete e remete ao estado pessoal (narcísico), ou seja, eu ou um dos meus familiares também poderia ser assim. </p>



<p>Dependendo da capacidade pessoal, relacionado com a sua história pessoal da formação de sua personalidade, cada pessoa pode ter um olhar sobre o diferente. Desde ignorá-lo para não ver a existência, agredir na tentativa de acabar com esta situação para não precisar enfrentar ou percebê-la de forma nítida, sabendo que a simples existência de diferenças não significa que preciso me tornar igual ao diferente, ou seja, ficar diferente também.</p>



<p>Especificamente, quando esta diferença é física, por exemplo, pessoas com más-formações, cadeirantes, amputados, onde, nitidamente uma parte do corpo está faltando o manejo e a convivência talvez se torne um pouco mais fácil, e consequentemente mais fácil de lidar. </p>



<p>Porem, quando falamos de diferenças relacionadas ao comportamento, a regras sociais, a situação torna-se um pouco mais complexa. </p>



<p>Naturalmente, o sentimento é de que o outro, diferente, tem que se adaptar, porque a maioria é assim, então, as possibilidades da mesma adaptação tornam-se mais remotas e de difícil assimilação. O ser igual traz uma falsa segurança, pois já é conhecido, controlado e não precisamos nos adaptar a nada.</p>



<p>Quem sabe chegou a hora de enxergar a diferença, entendê-la, e valorizá-la, pois tudo é diferente, todos somos diferentes por mais que desejamos ser iguais. Perceber a necessidade do outro, e todos na verdade somos diferentes, é muito mais difícil do que parece.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O diagnóstico e o bebê fantasma</strong></h2>



<p>Ao sair do consultório médico com o diagnóstico de um filho autista, ou mesmo, com um nome um pouco mais bonito e complicado como &#8211; Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), um impacto devastador acomete a família naquele momento. </p>



<p>Este diagnóstico pode trazer a tona medos antigos, mascarados ou mesmo adormecidos, relacionados ao nascimento e desenvolvimento do bebê que tem sua origem no inicio da gravidez.</p>



<p>Inevitavelmente todos os sonhos, esperanças e planos que iniciaram na gestação caem por terra ou são questionados. </p>



<p>Digo isto, pois no inicio da gestação, os pais, na maioria das vezes, festejam a chegada de um novo membro na família, evidentemente perfeito, inteligente e lindo sem espaço para alternativas.</p>



<p>No entanto, precisamos lembrar que em cada gravidez três bebês são gestados. O bebê imaginário, aquele perfeito, lindo e inteligente, tipo capa de revista; o bebê fantasma, aquele que carrega toda a possibilidade de doenças, más-formações e situações ruins (este diretamente proporcional ao grau de instrução dos pais sobre doenças relacionadas a gravidez); e finalmente o bebê real, que será representado somente no dia de seu nascimento. </p>



<p>Durante os nove meses o bebê imaginário briga na fantasia dos pais com o bebê fantasma, povoando de possibilidades este período, trazendo um misto de emoções.</p>



<p>No momento então do diagnóstico comprobatório de um problema com a criança, o bebê real rende-se ao fantasma e torna o medo uma realidade e imediatamente aquelas perguntas arrasadoras surgem: “o que eu fiz de errado?”, “será que não me cuidei o suficiente” e as mais terríveis, em minha opinião: “de quem é a culpa?”. </p>



<p>Pensar, culpar-se ou culpar alguma coisa ou alguém é humano e compreensível no primeiro momento. Assim como negar a realidade que está a nossa frente. Estas são defesas, que, evidentemente, se fazem presente quando inconscientemente percebemos que corremos algum tipo de “perigo”. </p>



<p>Contudo, devemos lembrar que não é nossa escolha, nem de ninguém, não tivemos participação na escolha dos genes que iriam se manifestar neste novo ser que estava sendo criando. A opção da escolha na formação do bebê ainda não é possível, ou seja, <strong>não é culpa de ninguém!</strong></p>



<p>A grande e mais importante questão, na minha opinião, é:&nbsp; esta criança chegou para fazer parte da família, com estas características, com este cabelo, com esta cor de pele, com esta forma física, com estas habilidades, estas dificuldades e com este tipo de comportamento inicial.</p>



<p>Vale lembrar que uma criança que nasce sem qualquer tipo de “alteração” inicial não é garantia que não terá problemas no futuro de ordem física, mental ou comportamental. Então, qual a vantagem do julgamento neste momento? Que beneficio pode trazer este tipo de questionamento agora?</p>



<p>Nada disso podemos escolher, visto que a única maneira de não passar por isso, controlando todas as possibilidades, escolhendo todas as variáveis com 100% de segurança no momento  do nascimento ou no futuro é <strong>NÃO TER FILHOS</strong>!</p>



<p>Como não foi a escolha e, este novo ser chegou a sua família, vamos ao que de fato interessa. Como podemos ajudar esta criança a se desenvolver plenamente com saúde e felicidade?</p>



<p>O julgamento de abandonar o projeto da constituição de uma família, se desesperar, se lamentar ou qualquer pensamento relacionado com “não gostei, não quero mais” não cabe e se torna completamente destrutivo e está diretamente relacionado ao nosso componente narcísico de promover o nascimento somente de crianças perfeitas no sentido social da palavra.&nbsp;</p>



<p><strong>Perfeitos todos somos em algum sentido</strong>!</p>



<p><strong>Mas porque eu, logo comigo, não mereço!</strong></p>



<p>Lamento, mas esta pergunta não pôde ser respondida cientificamente até este momento. Várias hipóteses foram e estão sendo pesquisadas sem um achado definitivo neste sentido. </p>



<p>No entanto, posso adiantar que após vários anos trabalhando com famílias com autistas percebo que a resposta deixa de ser necessária porque a lamentação acaba e dá lugar a inúmeras afirmações de amor, companheirismo e sensibilidade. </p>



<p>Evidentemente que nada disso é fácil, criar e educar qualquer criança, e, sem dúvida, crianças especiais requerem pais especiais.</p>



<p><strong>Este é um convite!</strong></p>



<p>Tornar-se especial, com um olhar especial para esta criança.</p>



<p>Acho importante lembrar que o diagnóstico de Autismo (TEA) tem se mostrado cada vez mais frequente, chegando atualmente a apresentar-se em uma a cada oitenta e oito crianças (ADDM Network 2010-2018).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Família</strong></h2>



<p>O impacto na família com a chegada deste diagnóstico, como descrevemos anteriormente, é devastador. Fato que considero de extrema importância é a infeliz realidade de que a maioria dos casais com crianças com necessidades especiais se separam. </p>



<p>A culpa, ou a vontade de culpar alguém, a dor não elaborada, a lamentação e a retomada constante dos questionamentos relacionados à frustração do bebê perfeito acabam com qualquer relação. Conversar muito, esclarecer todos os pontos, compreender que não existe culpa, unir-se pela família é fundamental. </p>



<p>Todos temos direito a frustrações e o dever de consegui-las metabolizar. Caso constate crises em seu relacionamento, e não consiga resolver estas questões sozinho, a procura de um profissional especializado pode ajudar.</p>



<p>A base familiar será a estrutura de suporte para tudo, não porque existe um membro novo na família com necessidade especial, pelo menos não deveria ser, mas por que é essencial que o motivo e o porquê, que este casal, iniciou a constituição de uma família deva ser constantemente lembrado<strong>:</strong></p>



<p><strong>O AMOR</strong>.</p>



<p>Com isto, tudo fica mais fácil!</p>



<p><strong>Uma criança especial chegou à família</strong></p>



<p>O que é ser especial? Afinal, todos nós queremos ser especiais para alguém e temos alguma necessidade especial de alguma coisa! Esta nomenclatura é uma discussão longa e ninguém ainda achou um nome que realmente represente de fato estas pessoas. Tenta-se.</p>



<p>Gosto da ideia do diferente, e, especificamente com os Autistas (refiro-me a todos os TEA), temos uma criança, um adolescente, um adulto que se relaciona diferente do convencional, ou daquilo que estamos acostumados. Tudo que é diferente, que não conhecemos bem nos traz medo, ansiedade e nos tira da zona de conforto, mas, não necessariamente precisa ser encarado como ruim e rechaçado.</p>



<p>Os autistas (TEA) são pessoas que tem como características dificuldades na comunicação e na interação social, ou seja, se comunicam e se relacionam de forma não convencional e apresentam padrões restritos e repetitivos de comportamento que as pessoas não costumam fazer. Ou seja, as vezes não conseguem falar direito ou falam engraçado, não seguem a etiqueta social e ainda fazem gestos estranhos, por vezes gritam e riem sem motivo.</p>



<p>Bem, sempre penso que se as normas de conduta social mudassem para: não devemos olhar nos olhos das pessoas, não devemos imitar os outros, devemos ser mais reservados, devemos ter interesse especifico, devemos ter maneiras diferentes de expressar ansiedade e felicidade e assim por diante&#8230; Os autistas seriam os normais e nós os diferentes! Você já pensou que somos nós a fazer a mesma coisa, da mesma maneira, muito preocupados com os outros, vestindo “máscaras”, muitas vezes, desnecessárias?</p>



<p>Cá entre nós, tem uma série de características dos TEA que fariam muito bem a sociedade em geral, como: não mentir, honestidade, ausência de preconceito, sensibilidade, ordem/organização.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A criança com Transtorno do Espectro do Autismo</strong></h3>



<p>O Transtorno do espectro autista (TEA), atualmente, digo por que historicamente já transitou por varias definições, é considerado um transtorno do desenvolvimento da criança de causas neurológicas e biológicas. </p>



<p>Ou seja, no período onde o cérebro iniciou o seu desenvolvimento alterações aconteceram que fizeram com que a arquitetura cerebral fosse alterada, ficando diferente da habitual. </p>



<p>Estas modificações ocorreram graças aos códigos genético (genes específicos ainda não totalmente identificados) associados possivelmente a algum componente ambiental durante a gestação (motivo de muitas teorias ainda em estudos). Estas modificações no cérebro fazem com que a pessoa manifeste aspectos diferentes, principalmente na interação social com as outras pessoas, na comunicação e no comportamento. </p>



<p>Esta definição simplificada deste complexo transtorno nos remete a inevitável constatação que por se tratar de modificações cerebrais ocorridas no seu desenvolvimento, a correção delas não é possível, sendo assim não existe cura para o Autismo até os dias atuais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Autismo &#8211; viagem a um novo lugar</strong></h3>



<p>Viajar, foi desta forma que me interessei sobre o assunto e comecei a estudar. Sugiro esta estratégia, pois me motiva até hoje. </p>



<p>Quando vamos viajar para algum lugar que não falem a nossa língua precisamos pensar em alguma forma de comunicação. Digo comunicação no sentido amplo da palavra, a partir de trocas de informações, ou seja, conseguir expressar o que quero e compreender a resposta e vice-versa. Se não sei a língua tento chegar o mais próximo com gestos, sinais, fotos, etc. </p>



<p>Nestes lugares diferentes as pessoas apresentam culturas diferentes, consequentemente maneiras de agir diferentes das habituais e do meu costume. Não por isso erradas. Preciso então conhecê-las, saber o que posso e o que eu não posso fazer neste lugar. </p>



<p>Evidentemente quando se viaja procura-se saber a localização deste lugar, geograficamente, como entro e que tipo de autorização preciso para fazer isto.</p>



<p>Traço este paralelo com o mundo dos TEA. Se quiser entender, se relacionar, ajudar ou mesmo conviver com estas pessoas, você precisa saber se comunicar com eles, ou melhor, como funciona o processo de comunicação deles (mais concretos), como agem e sentem (considerar a sensibilidade diferente que eles apresentam de maneira geral), saber como se dirigir, portar-se para então, conseguir a autorização para entrar em seu mundo particular. Garanto-lhes um <strong>mundo apaixonante!</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Psicólogo online ou presencial</strong></h2>



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<p><strong>Texto desenvolvido pelo Psicólogo Especialista em Psicoterapia de Orientação Analítica Vinícius Lucietto Piccinini- CRP 07/25798</strong></p>



<p><em>Psicologa porto alegre / psicóloga on line / psícologo on line / psicólogo online</em></p>



<h1 class="wp-block-heading"></h1>
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		<title>Como lidar com o sentimento de solidão: dicas para quem foi morar em outro país</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/como-lidar-com-o-sentimento-de-solidao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 13:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Morar no exterior é uma experiência que pode ser muito enriquecedora. Essa escolha normalmente traz aprendizados, ganhos e perspectivas de mudanças importantes. Todavia essa decisão também implica em desafios do ponto de vista emocional. Como tudo na vida, sempre há os dois lados da moeda, e para poder lidar melhor com as dificuldades é importante &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/como-lidar-com-o-sentimento-de-solidao/"> <span class="screen-reader-text">Como lidar com o sentimento de solidão: dicas para quem foi morar em outro país</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p> Morar no exterior é uma experiência que pode ser muito enriquecedora. Essa escolha normalmente traz aprendizados, ganhos e perspectivas de mudanças importantes. Todavia essa decisão também implica em desafios do ponto de vista emocional. </p>



<p>Como tudo na vida, sempre há os dois lados da moeda, e para poder lidar melhor com as dificuldades é importante se perceber e entender o que se passa consigo para buscar o caminho mais construtivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O sentimento de solidão</h2>



<p>Um dos grandes desafios para quem se distanciou de sua pátria mãe é o sentimento de solidão. </p>



<p>Afinal, não é fácil deixar para trás toda uma vida, familiares e pessoas queridas. </p>



<p>Além disso, muitos serão os motivos que desencadeiam o sentimento de solidão: diferenças culturais, sentir-se diferente dos demais, dificuldades com a língua (entender e ser entendido), assumir responsabilidades por decisões que antes podiam ser compartilhadas ou delegadas.</p>



<p>Mesmo que você esteja acompanhado, pode sentir solidão – uma sensação de vazio, tristeza e isolamento, pois trata-se de um sentimento e não uma condição. É possível sentir-se sozinho mesmo estando com outras pessoas que gostamos. </p>



<p>No entanto, essa emoção algumas vezes pode ser mais passageira, outras vezes constante. A solidão pode estar vinculada à angústia, tornando-se um sintoma depressivo, quando o indivíduo se depara com sentimentos constantes de vazio, fragilidade e desmotivação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>SAUDADE X SOLIDÃO</strong></h2>



<p>Vale lembrar que solidão e saudade são diferentes. </p>



<p>A saudade diz respeito aos vínculos e fatos que ficaram longe, ou no passado, que despertam lembranças e emoções. É um jeito de carregar vivências sempre consigo. Saudade pode desencadear solidão, mas não é o único fator.</p>



<p>Quando não muito intenso, o sentimento de estar só tem o seu lado positivo. Nesses momentos pode-se refletir sobre as coisas que foram deixadas para trás e reviver lembranças que geram saudade. </p>



<p>Além disso, pode ser uma oportunidade de ir em busca de um contato mais profundo consigo mesmo, refletir sobre sua vida, e ir em busca de situações e relações que oportunizem um sentido mais interessante para você.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>NOVO COMEÇO</strong></h3>



<p>É frequente que pessoas que vão morar em outros países sintam, a partir das novas experiências, uma sensação de um novo começo de vida, pois além de estar em um lugar novo, ninguém o conhece ou sabe sua história. </p>



<p>Assim nasce uma oportunidade de estabelecer novos vínculos, formar uma nova história ou ressignificar aspectos do passado que o incomodam.</p>



<p>A forma como a solidão será vivida é muito singular e depende em grande parte das experiências anteriores e da estrutura emocional de cada pessoa. </p>



<p>Se ao longo da vida foi possível estabelecer vínculos sólidos, relações estáveis e de confiança, talvez a saudade e os momentos de solidão possam ser, apesar de difíceis algumas vezes, também construtivos e necessários.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ESTRATÉGIAS PARA LIDAR COM A SOLIDÃO</strong></h2>



<p>&#8211; Busque alguma <strong>atividade que dê prazer</strong>, aproveite o tempo livre para pensar no que gosta de fazer, seja leitura, filmes, séries, sair sozinho, etc. Já que está vivendo uma experiência diferente, por que não experimentar algo novo?</p>



<p>&#8211; <strong>Atividade física</strong> ajuda muito, vale caminhada, corrida, ao ar livre ou em academia. Nem sempre é fácil começar, muitas vezes é necessário boa dose de determinação e planejamento – no início talvez precise ir sem vontade mesmo &#8211; mas com o tempo você percebe que o exercício físico proporciona disposição e energia, auxiliando a lidar com o sentimento de solidão, e também a fazer suas outras atividades.</p>



<p>&#8211; Procure fazer <strong>novas amizades</strong>. Tão importante quanto manter contato com os amigos que ficaram no Brasil, que dão apoio e segurança para você poder ficar em um lugar novo, é estar aberto a conhecer as pessoas do local. Conhecer pessoas novas nem sempre é fácil, dá trabalho, exige tomar atitude e se interessar pelo outro, mas essa troca com quem está ali presente, além de lhe enriquecer culturalmente, também ajuda muito a suportar os momentos difíceis. Você vai conhecer muitas pessoas, algumas você vai ter mais afinidade do que outras, mas lembre-se que qualidade vale mais que quantidade. Por isso, tente focar em pessoas que tem mais a ver com o seu estilo de vida, com quem você se sinta bem com a companhia.</p>



<p>&#8211; Quando surgir aquela saudade, ou sentimento de angústia, tente <strong>lembrar os motivos que o fizeram buscar o novo país</strong>. Pense que ao sair do Brasil, você possivelmente tinha um propósito claro e definido. As vezes, com o passar dos dias, e com as dificuldades que aparecem, tendemos a esquecer os objetivos, por isso é importante ter sempre em mente o que você está buscando com a viagem.</p>



<p>&#8211; Manter um <strong>espírito de abertura ao novo, ao diferente</strong>. Muitas vezes tende-se a ver&nbsp; o que&nbsp; é estranho de forma cautelosa, com receio do que está por vir. No entanto, quando você se permite abrir para novas experiências e entender o novo como algo diferente, que também pode ser positivo, torna-se possível experimentar novos caminhos, valorizar mais as conquistas e descobrir o que realmente faz sentido para você.</p>



<p>&#8211; <strong>Refletir e Avaliar</strong> o quanto está valendo a pena. Lembre-se que se algo não está dentro da sua expectativa não significa, necessariamente, que seja ruim. É interessante aproveitar a viagem e ser persistente frente aos desafios que surgem ao longo do caminho. Todavia, se der vontade de desistir e largar tudo não se recrimine por isso, é esperado sentir-se assim algumas vezes. O importante é avaliar o quanto essa experiência está sendo construtiva para você.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Busque ajuda profissional &#8211; <strong>Psicóloga em Porto Alegre</strong> ou atendimento com <strong>psicólogo online</strong></h2>



<p>Quando todas essas estratégias não funcionam e a solidão se torna um sofrimento, pode ser necessário buscar ajuda &#8211; como de um <strong>psicólogo on line</strong> ou presencial.</p>



<p>Um profissional capacitado pode auxiliar você a refletir, organizar suas emoções e desenvolver competências emocionais que ajudam a enfrentar os desafios de forma equilibrada. É</p>



<p> possível desenvolver a resiliência &#8211; capacidade que permite que o sujeito supere os efeitos nocivos das adversidades &#8211; para lidar com esses sentimentos e conseguir ir em frente em seus objetivos. Para isso, é fundamental ter um espaço em que você possa compreender e ser compreendido em seus sentimentos, conhecer-se e ter noção dos seus limites e potencialidades.</p>



<p>Você se identificou ou conhece alguém que está passando por isso? Gostaria de um espaço assim para poder pensar sobre seus sentimentos e sua vida morando fora do país? Aqui na Clínica Insight On temos psicólogos que podem te auxiliar nesse momento. Inicie agora mesmo seu processo de autoconhecimento.</p>



<p><strong>Para agendar sua consulta de psicoterapia</strong>&nbsp;<a href="https://insightmulti.com.br/#agendamento"><strong>CLIQUE AQUI</strong></a>! Ou, se preferir, fale com nossa equipe no WhatsApp, através do número&nbsp;<a href="https://wa.me/5551993768716?text=Ol%C3%A1%20Gostaria%20de%20%20saber%20mais%20sobre%20a%20Clinica%20Insight%20Multi%20e%20seus%20servi%C3%A7os">(51) 99376-8716</a>.</p>



<p>*Texto desenvolvido pela psicóloga Taciana Cimirro, CRP 07/15242.</p>



<p><em><em>Psicologa porto alegre / psicóloga on line / psícologo on line / psicólogo online</em></em></p>
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		<title>FILHOS E OS NOVOS RELACIONAMENTOS AMOROSOS DOS PAIS</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/filhos-e-novos-relacionamentos-amorosos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 20:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Filhos e novos relacionamentos amorosos: Você já parou para pensar em como os novos relacionamentos dos pais afetam o filho? Em geral, quando há a separação entre pai e mãe, a maior parte das crianças alimenta o sonho de uma reconciliação, especialmente quando existe uma relação cordial ou até mesmo de amizade entre os dois.&#160; &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/filhos-e-novos-relacionamentos-amorosos/"> <span class="screen-reader-text">FILHOS E OS NOVOS RELACIONAMENTOS AMOROSOS DOS PAIS</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Filhos e novos relacionamentos amorosos: Você já parou para pensar em como os novos relacionamentos dos pais afetam o filho?</p>



<p>Em geral, quando há a separação entre pai e mãe, a maior parte das crianças alimenta o sonho de uma reconciliação, especialmente quando existe uma relação cordial ou até mesmo de amizade entre os dois.&nbsp;</p>



<p>Mas esse é o desejo dos filhos. Afinal, se houve a separação de fato, entende-se que é porque foi uma decisão bem pensada pelo casal ou pelo menos por uma das partes. Logo, essa relação não está mais sendo desejada pelos adultos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">A separação e a culpa</h2>



<p>Mas, seguindo a reflexão: quando as coisas não estão indo bem no casamento ou na relação e a separação acontece, acabam também surgindo sentimentos de culpa.</p>



<p>Às vezes vem a sensação de fracasso e também a vontade de fazer o que for possível para diminuir o sofrimento das crianças.</p>



<p>E hoje a gente sabe que o bem-estar e a felicidade dos filhos depende, sobretudo, do bem-estar e da felicidade dos pais.&nbsp;</p>



<p>Então depois da separação pode levar um tempo para se pensar em uma nova relação.</p>



<p>Mas à medida que o tempo passa e as feridas vão cicatrizando, é natural que isso aconteça e que você acabe se relacionando com outra pessoa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O novo companheiro (ou companheira)</h2>



<p>De maneira geral, o aparecimento de um novo companheiro pode sim ser sentido como uma ameaça.</p>



<p>Isso pode acontecer porque aos olhos da criança é inevitável que essa mudança na vida do pai ou da mãe implique em mudanças para a sua própria vidinha. </p>



<p>Ou seja, pode ser assustador e também gerar muito ciúmes. </p>



<p>Pensando nisso, quais são os medos da criança?</p>



<p>Surge o medo de ter menos atenção, especialmente porque muitas vezes depois da separação a atenção dos pais acaba ficando muito voltada para o bem-estar dos filhos e então eles, os filhos, acabam ficando preocupados e até mesmo incomodados e brabos com a chegada de uma nova pessoa.</p>



<p>Sendo assim, é muito importante que os pais continuem a reservar tempo para estar com os filhos e conversar com bastante atenção, inclusive sobre o novo relacionamento, mas claro que não só sobre isso.&nbsp;</p>



<p>Eles ficam também com medo de terem menos tempo com esse genitor que está em um novo relacionamento;</p>



<p>Outro medo é de terem menos afeto, menos carinho, porque está chegando uma pessoa nova na vida da mãe ou do pai.</p>



<p>Neste caso também é importante voltarmos ao desejo de muitas crianças sobre uma reconciliação entre os pais, que também acaba caindo por terra.</p>



<p>Então, pensando nisso tudo, é importante que a gente possa pensar em como manter os laços afetivos nestes novos arranjos familiares, para que se tenha menos sofrimento e seja um processo gradual e natural para a criança, em que ela também se sinta parte &#8211; e não à parte.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Filhos e novos relacionamentos: é preciso respeitar o processo</h2>



<p>Depois da separação, um dos pais conhece uma nova pessoa &#8211; e às vezes, o novo relacionamento acontece antes do esperado &#8211; e pode ser difícil esconder a realidade, até mesmo porque as crianças não gostam de mentiras e são, na maioria das vezes, muito observadoras.</p>



<p>Mas é importante entender que uma separação é uma perda, é um luto.</p>



<p>Dito isso, precisamos que a criança possa viver isso para então estar mais pronta para conhecer o namorado ou a namorada de um dos pais. </p>



<p>E aqui também fica outra reflexão: diante de uma nova relação é importante ponderar sobre o quão sólido é esse novo relacionamento. </p>



<p>Porque quando a relação é sólida, vai bem, tem afeto e respeito, ela pode ser mais uma nova fonte de afeto e referência para a criança, mas se não for pode logo se tornar mais uma perda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os papéis de mãe e pai não são substituíveis&nbsp;</h2>



<p>Outra coisa que é importante pontuarmos é que nós adultos sabemos que um novo companheiro não vem substituir o pai ou a mãe, mas as crianças podem e muitas vezes ficam confusas com o sentimento de LEALDADE.</p>



<p>Sendo assim, é muito importante conversar com elas sobre isso &#8211; que o novo namorado da mãe não vai tentar substituir o pai, mesmo que o pai esteja ausente, e nem a namorada do pai vai tentar fazer o papel da mãe.</p>



<p>Eles são pessoas diferentes e o lugar da mãe e o lugar do pai vão sempre permanecer. Não será ocupado por nenhuma nova pessoa.</p>



<p>Por isso também é importante que se mantenha o respeito na relação entre os adultos.&nbsp;</p>



<p>Claro que uma separação não é fácil, gera sofrimento, pode trazer mágoas, mas uma relação minimamente respeitosa no pós-término é fundamental, especialmente quando existem filhos, porque um estará indiretamente presente na vida do outro, por muito tempo. É uma ligação para a vida toda, mesmo que o relacionamento entre o casal chegue ao fim.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O diálogo é fundamental em todo processo</h2>



<p>Já nos encaminhando para o final deste artigo, é interessante pensarmos que são os pais os tomadores de decisões, mas as crianças podem e devem ser convidadas a dar opinião, compartilhar seus sentimentos, sugerir formas de lidar com algumas situações e também serem ouvidas no quanto estão ou não confortáveis com algumas situações, especialmente em momentos iniciais e de adaptação.</p>



<p>Esse diálogo é fundamental para entender como a criança se sente, também para respeitar e buscar formas de conduzir da melhor maneira essas mudanças na configuração familiar.</p>



<p>E, para te ajudar nesse processo, contar com um <strong>psicólogo online</strong> ou <strong>psicologa on line</strong> pode facilitar o processo &#8211; e te ajudar a conduzir da melhor forma essa nova fase.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Você está passando por uma situação semelhante? Fale com a gente!</h2>



<p>Se você possui filho(s) e está vivendo um novo relacionamento, sabe que essa pode ser uma fase delicada e com uma série de desafios.</p>



<p>É um processo novo de adaptação para todos os envolvidos, inclusive a criança, que precisa ser sempre levada em consideração nesse momento de mudanças.</p>



<p>Precisa de ajuda? Um psicólogo online pode te ajudar a entender e conduzir esse momento de novidades e mudanças. E aqui na <strong>Clínica de Multiespecialidade InsightOn</strong> nós temos uma equipe especializada e atualizada, preparada para atender você.</p>



<p>Atendimento com Psicóloga Porto Alegre (presencial) ou atendimento psicológico on-line . <strong><a href="https://insightmulti.com.br/#agendamento">Clique aqui</a></strong> para conhecer nossa equipe de especialistas e agende sua consulta em poucos cliques.</p>



<p>Contar com essa ajuda pode te ajudar a conduzir e também viver essas mudanças de maneira saudável e tranquila, entendendo seus sentimentos e também o de todos os envolvidos.</p>



<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela psicóloga da Clínica InsightOn, Kamyla Peixoto, CRP: 07/27039</em></p>



<p>Caso tenha dúvida, você pode falar com a nossa equipe de atendimento através dos canais abaixo:</p>



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<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f4e7.png" alt="📧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> contato@insightmulti.com.br.</p>



<p><em>Psicologa porto alegre / psicóloga on line / psícologo on line / psicólogo online</em></p>
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		<title>O QUE A PALMADA ENSINA? Descubra a verdade aqui</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/o-que-a-palmada-ensina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 20:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[A famosa palmada na hora da raiva, da birra ou do mal comportamento, resolve? Existem muitos métodos corretivos utilizados por pais e mães na educação dos seus filhos. Não estamos aqui para julgar ou dizer como esse processo deve ser feito, mas sim para debatermos sobre as formas como ele ocorre. No caso da palmada, &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/o-que-a-palmada-ensina/"> <span class="screen-reader-text">O QUE A PALMADA ENSINA? Descubra a verdade aqui</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A famosa palmada na hora da raiva, da birra ou do mal comportamento, resolve?</p>



<p>Existem muitos <strong>métodos corretivos</strong> utilizados por pais e mães na educação dos seus filhos. Não estamos aqui para julgar ou dizer como esse processo deve ser feito, mas sim para debatermos sobre as formas como ele ocorre.</p>



<p>No caso da <strong>palmada, será que realmente resolve?</strong> Será que é efetivo? Continue a leitura e descubra!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A palmada ensina?</strong></h2>



<p>Antes de continuar, gostaria de propor uma reflexão: o que você acha que a palmada ensina?&nbsp;</p>



<p>Ser pai e mãe é tarefa árdua, os dias são longos e os anos são rápidos.&nbsp;</p>



<p>E quando falamos que os dias são longos, é porque no dia a dia nos deparamos com diversos testes de paciência e nem sempre vamos bem neles. Aliás, parece que as crianças sentem quando não estamos bem, quando nossa bateria está mais esgotada e é nesses momentos que elas resolvem nos demandar mais, enquanto tudo o que queremos é um respiro, um momento de paz.</p>



<p>E nesses momentos, quando a nossa bateria de energia e paciência está gritando por recarga e o nosso filho gritando pelo outro lado, o que muitas vezes ocorre? Acaba se perdendo o controle por um momento.</p>



<p>Como resultado, na tentativa de finalizar com este cenário, fazemos aquilo que não queremos. Ou seja, gritamos e às vezes até acontece uma palmada de forma tensional ou pelo impulso mesmo.&nbsp;</p>



<p>Este cenário é familiar para você?&nbsp;</p>



<p>Agora que refletimos um pouco sobre o assunto, trazendo para a realidade do que muitas vezes acontece, repetimos a pergunta feita anteriormente: <strong>o que a palmada ensina?&nbsp;</strong></p>



<p>Sendo este cenário de uma mãe que dá uma palmada no seu filho por impulso, movida pelo seu desejo de exterminar com uma birra ou algum comportamento, ou uma mãe que já usa habitualmente a palmada como forma de ensino, normalmente por suas vivências, o que a gente vê é que a única coisa que estamos ensinando à criança é que quem é mais forte ou quem grita mais alto ganha.&nbsp;</p>



<p>Ou seja, estamos mostrando &#8211; e até mesmo incentivando &#8211; que a agressão, seja verbal ou física, é a via de resolução dos problemas cotidianos. É quase como se naturalizássemos a violência, o uso da força.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Respeito ou medo: o que você busca do seu filho?</strong></h2>



<p>Agora vamos para outra reflexão: <em>você quer que o seu filho te respeite ou tenha medo de ti?&nbsp;</em></p>



<p>Essa é uma pergunta importante pois, infelizmente, se a sua escolha de educação é pela via da palmada, o seu filho pode sim ser cuidadoso com seus atos e fazer o que você diz, mas ele fará isso por medo de apanhar, portanto isso não significa que ele te respeite.</p>



<p>Como resultado, as consequências podem ser ainda piores, pois pelo medo ele pode começar a te esconder/omitir algumas coisas e situações que vivenciou.&nbsp;</p>



<p>Isso acontece pois a partir da violência física &#8211; porque sim a palmada é uma violência física &#8211; há também consequências emocionais, assim como todo tipo de violência tem.&nbsp;</p>



<p>Há quem pense que é exagero. Inclusive muito se ouve falar “eu apanhava quando era criança e sobrevivi”. E tudo bem, cada um teve sua realidade. No entanto, você deve pensar: <strong>você está em busca de criar um filho ou um sobrevivente?&nbsp;</strong></p>



<p>Pensando no desenvolvimento do seu filho, acreditamos que você deseje fazer isso da forma mais saudável possível, certo? Por isso, é importante buscar melhores formas de lidar com situações difíceis e adversas quando elas chegarem, ao invés de optar pela palmada.</p>



<p>Se a palmada for uma escolha de educar/corrigir algo em seu filho, você com certeza não estará auxiliando na confiança e autoestima dele, além de colocar uma possível barreira na relação de vocês.</p>



<p>É compreensível, entretanto, que a palmada num primeiro momento passe uma falsa sensação de que o método é efetivo, pois a criança melhora o seu comportamento.&nbsp;</p>



<p>Contudo, essa mudança é feita pelo medo e não pelo respeito e admiração. E é importante que você entenda isso, inclusive para que consiga buscar formas de educar seus pequenos que não sejam a famosa palmada e sim meios realmente mais efetivos &#8211; pois eles existem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Converse com um psicólogo&nbsp;</strong></h2>



<p>A maternidade não é uma fase fácil. Há muitos desafios, muitas cobranças e também muitos medos.</p>



<p>“Será que estou fazendo o certo?” “O que é melhor para mim e para o meu filho?”, fora os dilemas de como melhorar a relação em família.</p>



<p>Nessas situações, onde há dúvidas, desconfortos, medos, angústias e também cobranças excessivas, é importante saber que existem formas de compartilhar e também diminuir a carga que você carrega, como ter o apoio de uma<strong> psicóloga online.</strong></p>



<p>Falar com um<strong> psicólogo online</strong> pode te ajudar de inúmeras formas. É por isso que aqui na InsightOn nós temos uma equipe para atendimento <strong>psicológico online </strong>ou presenciais (em Porto Alegre/RS) para te atender, te ouvir e te dar a ajuda que você precisa.</p>



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<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela psicóloga da Clínica InsightOn, Bianca Beloqui, CRP: 07/26874</em></p>



<p><em>Psicologa porto alegre / psicóloga on line / psícologo on line / psicólogo online</em></p>
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		<title>FEMINISMO É COISA DE MULHER?</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/feminismo-para-homens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 13:56:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Feminismo para homens? Feminismo para mulheres? Ou feminismo é para todos? Mais do que uma temática que está em alta, o feminismo é uma pauta muito importante e necessária na sociedade. Mas será que esse é um assunto só para mulheres? E é sobre isso que vamos falar aqui neste conteúdo.&#160;&#160;&#160; A mulher e o &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/feminismo-para-homens/"> <span class="screen-reader-text">FEMINISMO É COISA DE MULHER?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Feminismo para homens? Feminismo para mulheres? Ou feminismo é para todos?</p>



<p>Mais do que uma temática que está em alta, o<strong> feminismo</strong> é uma pauta muito importante e necessária na sociedade. Mas será que esse é um assunto só para mulheres? E é sobre isso que vamos falar aqui neste conteúdo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A mulher e o feminismo</strong></h2>



<p>Para iniciar essa reflexão, vamos pensar sobre o que é ser mulher e o que é o feminismo, para depois então pensarmos a quem se destina.&nbsp;</p>



<p><strong>O que é ser mulher para você?&nbsp;</strong></p>



<p>Essa é uma resposta ampla e pessoal, onde cada pessoa terá uma interpretação. No entanto, é possível dizer que, independente da resposta, ser mulher não é fácil.&nbsp;</p>



<p>Em um contexto histórico, a mulher foi construída socialmente como a passiva, que nasceu para ser a cuidadora do lar, do marido e dos filhos, sem importar muito os desejos que carrega.</p>



<p>É importante lembrar que mulher pode sim ser aquela que cuida da casa, do marido e dos filhos, mas não só isso. Sempre há mais, muito mais. Mas lá nos primórdios, não tínhamos a possibilidade de escolha.&nbsp;</p>



<p>Hoje muita coisa melhorou, vários direitos foram adquiridos, a possibilidade de trabalhar, de ganhar o seu dinheiro e não ser sujeitada ao homem como único provedor, a de votar e, inclusive, escolher se quer casar e quer ter filhos, entre vários outros direitos.&nbsp;</p>



<p>Ainda assim, nós mulheres seguimos com algumas marcas dessa história, onde por nascermos mulheres já somos impregnadas de que devemos ser delicadas, maternais e ter um cuidado excessivo com a beleza, além de outros problemas mais modernos como a desigualdade de salários, objetificação dos nossos corpos (que não é nada moderno), entre outros desafios que enfrentamos.</p>



<p>Quem não conhece aquela tia desnecessária que vive perguntando quando vai casar?&nbsp;</p>



<p>E aí tu casa, e pergunta pelo filho;</p>



<p>E aí tu tem um filho e perguntam pelo próximo (como se precisássemos procriar sem parar).</p>



<p>Tem também aquelas pessoas que fazem comentários desnecessários como falar que a mulher não pode dançar, desempenhar determinada atividade ou se vestir de determinada forma porque não será bem vista e aí não será levada a sério por nenhum homem.</p>



<p>Pois é, a lista é grande e existem várias frases como essas que estão enraizadas na nossa cultura, no nosso dia a dia, mas uma fala padrão dessas pode machucar e muito quem escuta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Então surge o feminismo…</strong></h2>



<p>Um movimento que questiona esses comportamentos e estereótipos que a sociedade reproduz, e que através do diálogo busca uma<strong> igualdade de direitos entre homens e mulheres</strong>.&nbsp;</p>



<p>Essa igualdade não é uma forma de negar que há diferenças entre o homem e a mulher, tampouco é o oposto do machismo, como muitos pensam, mas sim uma forma para que as pessoas possam viver da melhor forma possível.</p>



<p>Mas que forma é essa?&nbsp;</p>



<p>A forma que lhe faz feliz, considerando seus desejos e sua subjetividade, e não pelas escolhas que são impostas pela sociedade.&nbsp;</p>



<p>Você notou que aqui falamos que o feminismo busca que as pessoas possam ser livres para suas escolhas de vida e não as mulheres? Pois é, aí entra a pergunta: <strong>o feminismo é só para mulheres?</strong></p>



<p>E a resposta é que <strong>NÃO</strong>, não é só para mulheres.</p>



<p>O <strong>feminismo </strong>é para todas as pessoas que se identificam com essa forma de ver o mundo, onde a mulher não deve ser passiva e servir ao homem, assim como o homem não precisa ser o grande provedor, ativo.</p>



<p>Hoje em dia, quantos casais já optam pelo homem para se dedicar mais ao filho? Enfim, esse é só um exemplo de muitos.</p>



<p>E é preciso falar sobre o<strong> feminismo</strong>, assim como muitos outros assuntos que buscam uma vida melhor em sociedade, justamente para que alcancemos um mundo mais justo e igualitário para todos, onde todos tenham seus direitos e desejos ouvidos e respeitados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conheça a Clínica de Psicologia InsightOn</strong> &#8211; Psicóloga Porto Alegre ou atendimento online</h2>



<p>Aqui na <strong>Clínica de Multiespecialidade InsightOn</strong> nós buscamos resgatar o que há de melhor em cada pessoa, contribuindo para que cada um consiga chegar na sua melhor versão.</p>



<p>Para isso, sabemos que o diálogo e uma escuta aberta é muito importante. E, por este motivo, contamos com especialistas em saúde capacitados e atualizados, para te dar toda a ajuda que você precisa, como<strong> psicóloga online</strong> e:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Psicopedagogos</li><li>Fonoaudiólogos</li></ul>



<p>Quer conhecer mais sobre o nosso trabalho, nossa equipe e agendar uma consulta online ou presencial (em Porto Alegre/RS)? Então<a href="https://insightmulti.com.br/#agendamento"> <strong>clique aqui</strong></a>.</p>



<p>Sua consulta com psicólogo online / presencial ou demais especialistas está há um clique de você.</p>



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<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela psicóloga da Clínica InsightOn, Bianca Beloqui, CRP: 07/26874</em></p>



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		<title>Os laços que unem são, na verdade, invisíveis</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/superprotecao-dos-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 11:37:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Eis aqui um assunto que é de extrema relevância: “Os laços que unem são, na verdade, invisíveis”. E, segundo a psicóloga Linda Herrera, da Clínica Insight, este assunto vai contribuir para ajudar a enriquecer ainda mais suas experiências.  Então vamos falar sobre isso? Cuidado ou superproteção? Várias são as consequências de um relacionamento superprotetor que &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/superprotecao-dos-pais/"> <span class="screen-reader-text">Os laços que unem são, na verdade, invisíveis</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Eis aqui um assunto que é de extrema relevância: “Os laços que unem são, na verdade, invisíveis”.</p>



<p>E, segundo a psicóloga Linda Herrera, da Clínica Insight, este assunto vai contribuir para ajudar a enriquecer ainda mais suas experiências. </p>



<p>Então vamos falar sobre isso?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidado ou superproteção?</h2>



<p>Várias são as consequências de um relacionamento superprotetor que nos sugere não ser apenas um tipo de cuidado, mas uma espécie de aprisionamento entre ambos os lados.</p>



<p>Por isso é importante trabalharmos limites em todos os tipos de relação que temos, para que elas sejam saudáveis.</p>



<p>E assim como limites, temos também que entender que os relacionamentos nem sempre são sobre estar perto, estar junto ou proteger de tudo. Até porque essa superproteção pode ser prejudicial, principalmente falando de crianças.</p>



<p>E vale pensar nesses relacionamentos, principalmente desde o início da pandemia do Coronavírus, onde tivemos que trabalhar ainda mais os “laços invisíveis”, ou seja, o distanciamento e a falta da presença física.</p>



<p>Entre mãe e filho então, este relacionamento pode estar mais facilmente vinculado à DEPENDÊNCIA EMOCIONAL que se estabelece em um processo de simbiose, fazendo com que a distância se torne um cordão que se mantém invisível e quase impossível de romper.</p>



<p>Podemos exemplificar aqui uma cena comum &#8211; uma mãe ao deixar seu filho na escola. </p>



<p>Quando acompanhamos indicadores de uma relação de superproteção ambos podem passar por momentos difíceis, de intensa angústia a partir deste afastamento temporário, relacionado às consequências da superproteção. E eles, mas mais precisamente a mãe, não conseguem romper esses laços emocionais.</p>



<p>Ou seja, ao invés da mãe se sentir tranquila em deixar o filho na escola, ela acaba se sentindo culpada, preocupada, aflita e até sozinha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Capacidade de estar só&nbsp;</h2>



<p>O pediatra e psicanalista Donald Winnicott, formulou um conceito chamado “A&nbsp;CAPACIDADE DE ESTAR SÓ” e a definiu como a capacidade de nos encontrarmos sozinhos, mas abastecidos dessa presença do outro dentro de nós, ou seja, pelas vias simbólicas, por laços invisíveis.&nbsp;</p>



<p>Só que isso só é possível de acontecer se a gente suporta faltar, falhar;</p>



<p>Se a gente não precisar&nbsp;estar&nbsp;sempre disponível&nbsp;pras&nbsp;nossas crianças;</p>



<p>Se a gente suporta estar momentaneamente longe delas também.</p>



<p>Ou seja, só acontece se a gente permite que, mesmo com carinho e cuidado, os filhos possam experimentar o mundo.&nbsp;Que eles possam se sujar, cair os tombos, até se desentender com algum colega ou professor, e entendermos que&nbsp;tá&nbsp;tudo bem&#8230; Sujeira se limpa, do tombo se recupera e em discussão se&nbsp;conversa, se pede desculpas, e tudo bem, a gente se levanta e vai de novo.&nbsp;</p>



<p>Mas pra acontecer tudo isso, é preciso experimentar o mundo, é preciso que os pais permitam que os filhos se afastem, para depois voltar a vê-los.&nbsp;</p>



<p>Esse duplo presença-ausência, vai construindo a capacidade simbólica&nbsp;de internalização das coisas,&nbsp;das&nbsp;pessoas,&nbsp;das&nbsp;situações,&nbsp;dos&nbsp;lugares dentro da gente, mesmo sem tudo isso estar concretamente presente.&nbsp;</p>



<p>Por isso, quando não deixamos nossos filhos livres para alcançar a independência, podemos estar criando adultos perdidos no mundo, ansiosos, deprimidos e dependentes.</p>



<p>E é por isso que o papel da frustração é tão importante no crescimento de uma criança. Se ela não tem o direito de experimentar o mundo, com suas delícias e amarguras, ela sempre vai ter certa dependência na vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como você lida com esses laços invisíveis?</h2>



<p>Muitas vezes, se livrar da super proteção pode ser mais difícil para os pais do que para os filhos. E geralmente, é.</p>



<p>Mas, como você viu, também é algo importante na vida, principalmente para a criança e para o adulto que ela irá se tornar.</p>



<p>Por isso, se você tem problemas com superproteção e gostaria de uma ajuda, conte com nossa equipe de <strong>Psicólogo Online </strong>ou Presencial.</p>



<p> Aqui na InsightOn somos multi clínicas, ou seja, uma clínica que conta com múltiplas especialidades e especialistas rigorosamente qualificados e atualizados, que poderão te dar toda ajuda e orientação necessária para enfrentar dificuldades, desafios e também prevenir problemas.</p>



<p>E se você está procurando <strong>psicólogo em Porto Alegre/RS</strong> ou de maneira remota (<strong>consulta com psicólogo on line</strong>), você pode contar com nossos especialistas, <strong><a href="https://insightmulti.com.br/#agendamento">clicando aqui</a></strong>, agendando sua consulta em poucos cliques.</p>



<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela psicóloga da Clínica InsightOn, Linda Herrera, 07/19042.</em></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://wa.me/5551993768716?text=Ol%C3%A1%20Gostaria%20de%20%20saber%20mais%20sobre%20a%20Clinica%20Insight%20Multi%20e%20seus%20servi%C3%A7os">WhatsApp (51) 9937-68716</a>⠀⠀⠀</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com os desafios impostos pelo distanciamento?</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/desafios-do-distanciamento-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 11:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Desafios do distanciamento social: Mais ansiedade? Mais tristeza? O conteúdo de hoje é voltado para as mães de crianças pequenas, mas as mães de crianças mais velhas e adolescentes também podem se identificar, durante esse período de pandemia. Temos reparado que, com o isolamento, as crianças pequenas parecem estar sofrendo mais ou estão mais confusas &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/desafios-do-distanciamento-social/"> <span class="screen-reader-text">Como lidar com os desafios impostos pelo distanciamento?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desafios do distanciamento social: Mais ansiedade? Mais tristeza? O conteúdo de hoje é voltado para as mães de crianças pequenas, mas as mães de crianças mais velhas e adolescentes também podem se identificar, durante esse período de pandemia.</p>



<p>Temos reparado que, com o isolamento, as crianças pequenas parecem estar sofrendo mais ou estão mais confusas e atrapalhadas. Com o passar do tempo em isolamento as pessoas estão tratando de se habituar e as crianças também.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vamos falar sobre os desafios do distanciamento social</h2>



<p>Mas a primeira pergunta que fica, é: vocês percebem que seus filhos pequenos tiveram mais dificuldade que as outras pessoas da casa, durante esse momento de isolamento?&nbsp;</p>



<p>Quando falamos em crianças pequenas, queremos dizer crianças de 3 até uns 6 anos, mas também podemos estender nossa fala para crianças de 6 a 9 anos nesse momento de isolamento.</p>



<p>As crianças pequenas vão entendendo e absorvendo as coisas do mundo, diante daquilo que&nbsp; elas ouvem, do que sentem e do que experimentam. E às vezes ouvimos de alguns pais que seus filhos são muito mentirosos nessa idade e eles, claro, se preocupam com esse comportamento. Aqui arriscamos dizer que não se trata de nenhum comportamento mal intencionado, mas acontece que as crianças misturam fantasia e realidade e acabam testando suas teorias, invencionices, e histórias&#8230;&nbsp;</p>



<p>Com isso, o ponto que queremos chegar é de que as crianças estão se apropriando da realidade desse nosso mundo objetal, mas lidando do seu jeito: com recursos da fantasia.&nbsp;</p>



<p>Ao mesmo tempo em que são seres da fantasia, entendem tudo o que acontece como realidade, como verdade concreta.&nbsp;</p>



<p>Então quando se fala para as crianças que o&nbsp;Coronavírus&nbsp;é um monstro, elas são capazes de fantasiar e criar histórias com o vírus, mas para elas ele é um monstro de verdade.</p>



<p>Ao mesmo tempo, não falar do vírus ou ter receio de falar perto da criança, pode causar nela a impressão de que é algo muitíssimo mais grave ou muito mais ameaçador do que ela, como criança, poderia suportar saber.&nbsp;</p>



<p>Então é natural que as crianças estejam mais amedrontadas para saírem de casa, mais receosas se os pais saem&#8230; enfim. Aqui a gente aproveita o recurso de linguagem da ludicidade, que é própria das crianças, para falar sobre diferentes assuntos. Afinal, para elas é importante falarem sobre os medos, sobre o vírus, desenhar o vírus como esse monstro que cada uma delas criou na sua cabeça, e colocarem para fora.&nbsp;</p>



<p>Às vezes elas até podem se desenhar derrotando o monstro, ou criando histórias e enredos de batalha contra esse inimigo&#8230; Enfim, é interessante usar os recursos delas para que elas possam elaborar seus dramas e expor seus sentimentos.</p>



<p>No entanto, não só o medo, mas alguns pais também relatam comportamento de maior ansiedade, agressividade, tristeza&#8230; Sabem, esse não é o momento de exigir das crianças que se comportem como se estivessem vivendo suas vidas de forma natural.&nbsp;</p>



<p>Será que você observa que seus filhos tiveram alguma regressão? Voltaram a dormir nas camas de vocês? Estão fazendo xixi na cama? Ou voltaram a falar como crianças menores ou bebês? Desaprenderam a tomar banho sozinhas ou a se vestir sozinhas? Começaram a ficar mais brabas, briguentas e agressivas?&nbsp;</p>



<p>Se pensarmos bem, nos damos conta que estando sempre dentro de casa e na presença constante dos pais ou cuidadores, talvez as crianças tenham se sentido com a necessidade de “pararem”, por assim dizer, o crescimento e esse caminho em direção à autonomia e regridem para ocuparem um lugar de bebês ou crianças menores.&nbsp;</p>



<p>Não é por maldade, mas elas não sabem fazer diferente disso.&nbsp;</p>



<p>Para as crianças é fundamental dividir os espaços, circularem pelo mundo e até poderem dividir e diluir nesses outros espaços tudo o que sentem.&nbsp;</p>



<p>Um exemplo é a agressividade. A gente não nasce com a agressividade bem orientada e direcionada, é quando a gente se depara com os limites. Mas, com o passar do tempo, a gente vai se organizando nesse sentido.&nbsp;</p>



<p>A agressividade da criança, que antes era experimentada um pouco em cada lugar, na escola, com os amigos, com vizinhos, com a família&#8230; Agora fica toda destinada aos pais, nesse momento de isolamento.</p>



<p>E quando a criança é filho único a gente pode observar tudo isso com mais clareza. Mas quando as crianças têm irmãos, talvez isso ajude a diluir todos esses afetos com os irmãos, e é possível que vocês estejam presenciando cenas mais amorosas ou de mais brigas entre eles.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com os diferentes comportamentos durante o isolamento?</h2>



<p>Se algum destes pontos que acabamos de citar estiver acontecendo com os filhos de vocês, talvez seja importante se fazer uma pergunta que nos ajuda a esclarecer o que está se passando: “Esses comportamentos começaram depois do isolamento?”</p>



<p>Se sim, ok&#8230; talvez tenhamos que ter um pouco de paciência, e buscar favorecer os encontros virtuais das crianças com os amigos, família, enfim, proporcionar um espaço de brincadeira com essas coisas que muitas vezes os pais não gostam porque suja, como massinha, argila, tinta, mas que são ótimos recursos para expressão e elaboração das ansiedades e agressividade.&nbsp;</p>



<p>No entanto, se isso já acontecia antes do isolamento, talvez seja bem importante buscar ajuda e avaliação de um profissional.</p>



<p>E aqui na InsightOn nós somos multi clinicas, ou seja, você pode contar com nossos especialistas de diferentes áreas, para te auxiliar durante esse momento:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Psicólogos online</strong> ou presenciais</li><li>Fonoaudiólogos</li><li>Psicopedagogos</li><li>Psiquiatras</li></ul>



<p>Quer saber mais sobre a nossa clínica especializada? <strong><a href="https://insightmulti.com.br/#agendamento">CLIQUE AQUI</a></strong>, acesse o nosso site e realize um agendamento em poucos cliques. Ou, se preferir, fale com nossa equipe no WhatsApp, através do número <a href="https://wa.me/5551993768716?text=Ol%C3%A1%20Gostaria%20de%20%20saber%20mais%20sobre%20a%20Clinica%20Insight%20Multi%20e%20seus%20servi%C3%A7os">(51) 99376-8716</a>.</p>



<p>Você encontra aqui consulta com <strong>Psicóloga Porto Alegre</strong> ou consulta com <strong>psicóloga on line</strong>.</p>



<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela psicóloga da Clínica InsightOn, Linda Herrera, 07/19042.</em></p>



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		<title>NOMOFOBIA – VOCÊ SABE O QUE É?</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/nomofobia-o-que-e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 11:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Nomofobia vem do inglês &#8211; no mobile fobia &#8211; e é o medo irracional de ficar sem celular. E esse assunto tão importante é tema do nosso conteúdo de hoje. Nomofobia: um termo novo, mas nada novo Como muitos podem imaginar, nomofobia é algo super novo, mas que na verdade, o que essa nova fobia &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/nomofobia-o-que-e/"> <span class="screen-reader-text">NOMOFOBIA – VOCÊ SABE O QUE É?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
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<p>Nomofobia vem do inglês &#8211; <em>no mobile fobia</em> &#8211; e é o medo irracional de ficar sem celular. E esse assunto tão importante é tema do nosso conteúdo de hoje.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nomofobia: um termo novo, mas nada novo</h2>



<p>Como muitos podem imaginar, nomofobia é algo super novo, mas que na verdade, o que essa nova fobia tem de base, não é nada novo. Pelo contrário, é o medo de não estar conectado ao outro, porque somos seres sociais.&nbsp;</p>



<p>Se pensarmos na constituição, somos os únicos animais que precisam de um outro para sobreviver. Nossa espécie está viva pelo poder do grupo, então essa questão das relações é inerente a nossa espécie.</p>



<p>Somos seres altamente sociais, e conforme ocorre essa mudança no tempo podemos pensar que o celular é o representante de maior conexão com os outros. Algumas pessoas chegam a viver a conexão da internet como 100% real, e não virtual, como se, um parabéns pelo facebook substituísse a presença, o abraço, e se não dá presencial de corpo, que seja de voz.&nbsp;</p>



<p>Então podemos pensar que este excesso de relações através do aparelho celular pode, em uma instância, ser considerado uma ilusão das relações.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Você está presente de corpo e alma?</h2>



<p>Esse é um momento para refletir.</p>



<p>Afinal, uma tela de celular não substitui a presença física, salvo os casos em que a distância realmente precisa ser vivida, como de familiares e amigos que moram em outros estados e países.</p>



<p>Mas fica aqui uma pausa para reflexão “você tem estado presente de corpo e alma?”.</p>



<p>Essa reflexão é importante pois, mesmo fisicamente presentes, é típico das pessoas que sofrem de nomofobia estarem presentes de corpo, mas “ausentes de alma”, pois suas relações se dão através do aparelho.&nbsp;</p>



<p>E é preciso cuidar da forma como nos relacionamentos, pois o celular é que nem bombril: mil e uma utilidades. Sendo assim, é fácil nos deixarmos seduzidos por ele.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A tecnologia e as crianças</h2>



<p>Nesse cenário, também muitas vezes reclamamos das crianças e adolescentes que ficam muito conectados.</p>



<p>Mas será que nos damos conta de quanto esse excesso é porque também fazemos o uso exagerado dessas tecnologias?</p>



<p>Mesmo que não seja apenas para jogar e bater papo como é o caso das crianças e adolescentes, mas, ainda assim, é essa representação que eles acabam tendo da gente quando ficamos longos momentos conectados ao celular, seja resolvendo assuntos do trabalho, da escola, da família…</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sintomas da nomofobia</h2>



<p>Mas como identificar a nomofobia?&nbsp;</p>



<p>Na verdade, é como identificar qualquer outra dependência. E os sintomas mais comuns associados a essa fobia, são: ansiedade e estresse por medo de perder ou esquecer o telefone em casa, assim como ficar sem cobertura da internet ou wifi.</p>



<p>Ou seja, problemas em “desconectar” do digital..</p>



<p>E para identificar, há alguns sinais que podemos ficar mais atentos, como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>De quanto em quanto tempo você checa o celular?&nbsp;</li><li>Tem a impressão que o celular está tocando ou vibrando toda hora?&nbsp;</li><li>Já mentiu/mente sobre o tempo que passa no celular?&nbsp;</li><li>O teu humor altera, fica irritada quando o sinal de internet desaparece?&nbsp;</li><li>Já ouviu reclamações da família, amigos ou até mesmo no trabalho sobre o uso excessivo de celular?&nbsp;</li><li>Já tentou diminuir o tempo no celular, mas não teve sucesso?&nbsp;</li></ul>



<p>E, alguns casos mais graves, também podemos acompanhar taquicardia e sudorese.</p>



<p>Identificou algum destes sinais? Então falar com um<strong> psicólogo on line</strong> ou presencial pode ser uma boa alternativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não seja refém da tecnologia</h2>



<p>Um dos problemas é que ficamos refém da aceitação e ficamos monitorando as notificações das redes sociais, e assim quando passamos muito conectados com o aparelho, ficamos desconectados de nós mesmos.</p>



<p>Ao mesmo tempo, esse uso excessivo também pode nos deixar cansados e irritados, sem entendermos o porquê. Afinal, todo excesso causa problemas.</p>



<p>Então uma boa dica é estabelecer momentos de detox do celular, deixar ele na gaveta, na bolsa, deixar alguns momentos fora da nossa área de visão, e passar a estar mais presente de alma nos momentos em família e com amigos.</p>



<p>Provavelmente esse exercício, principalmente no início, vai gerar um aumento de ansiedade, porque grande parte das pessoas, hoje em dia, tem o celular como uma extensão do próprio corpo! Mas, com o tempo, você vai agradecer esses momentos de realidade que, muitas vezes, acabamos perdendo por conta da tecnologia.</p>



<p>Outra dica que ajuda muito é retirar as notificações das redes sociais, já que essa dependência funciona quase como uma droga: ficamos reféns de uma relação de amor e ódio, querendo ver o que estão dizendo e o que recebeu de notificação quando vemos a luz da tela acender.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O celular te ajuda ou te atrapalha?</h2>



<p>Por isso, precisamos ficar atentos o quanto que a nossa relação com o celular nos atrapalha, e se for o caso, procurar ajuda com um psicólogo.</p>



<p>Você ou alguém da sua família sofre com essa dependência excessiva do celular e da tecnologia? Então fale com a nossa equipe de especialistas.</p>



<p>Um<strong> consulta com psicólogo online </strong>pode te ajudar a lidar com essa dependência e aqui na Insight On, Clínica de Psicologia e Multiespecialidades localizada em Porto Alegre, você conta com uma equipe especializada para proporcionar a você uma escuta respeitosa e acolhedora.</p>



<p>Você pode escolher entra uma consulta com <strong>Psicóloga Porto Alegre </strong>(presencial) ou consulta com <strong>psicóloga online</strong>, de qualquer lugar do país.</p>



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<p>Ou, se tiver dúvidas, fale com a nossa equipe através do WhatsApp <a href="https://wa.me/5551993768716?text=Ol%C3%A1%20Gostaria%20de%20%20saber%20mais%20sobre%20a%20Clinica%20Insight%20Multi%20e%20seus%20servi%C3%A7os">(51) 99376-8716</a>.</p>



<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela psicóloga da Clínica InsightOn, Bianca Beloqui, CRP: 07/26874</em>.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://wa.me/5551993768716?text=Ol%C3%A1%20Gostaria%20de%20%20saber%20mais%20sobre%20a%20Clinica%20Insight%20Multi%20e%20seus%20servi%C3%A7os">WhatsApp (51) 9937-68716</a>⠀⠀⠀</p>



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<p><em>Psicologa porto alegre / psicóloga on line / psícologo on line / psicólogo online</em></p>
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