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	<title>FONOAUDIOLOGIA &#8211; Insight Multiespecialidades</title>
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	<description>Atendimento em Psicologia, Psiquiatria, Psicopedagogia, Avaliação Psicológica e Fonoaudiologia - Agendamento seguro e atendimentos Online e Presencial</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Jun 2022 14:41:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>FONOAUDIOLOGIA &#8211; Insight Multiespecialidades</title>
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		<title>COMO BRINCAM AS CRIANÇAS ATÉ OS 3 ANOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 17:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[O conteúdo de hoje foi baseado na abordagem de Emmi Pikler, a pediatra húngara que criou um novo modelo de cuidados com a primeira infância.&#160; O trabalho dela tem foco no desenvolvimento neuropsicomotor da criança a partir do movimento livre e, sua abordagem, possibilita que o cuidador entenda a criança e estabeleça um vínculo com &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/como-brincam-as-criancas-ate-os-3-anos/"> <span class="screen-reader-text">COMO BRINCAM AS CRIANÇAS ATÉ OS 3 ANOS</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
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<p><em>O conteúdo de hoje foi baseado na abordagem de </em><em>Emmi Pikler, a pediatra húngara que criou um novo modelo de cuidados com a primeira infância.&nbsp;</em></p>



<p><em>O trabalho dela tem foco no desenvolvimento neuropsicomotor da criança a partir do movimento livre e, sua abordagem, possibilita que o cuidador entenda a criança e estabeleça um vínculo com ela.&nbsp;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Abordagem de Pikler</h2>



<p>A chamada abordagem&nbsp;<strong>Pikler-Lóczy</strong>, junção dos nomes da pediatra com a de seu instituto, ficou conhecida pela maneira de cuidar de crianças em ambientes coletivos, com foco na atenção e interação, bem como na liberação dos movimentos do bebê e orientação de sua autonomia.</p>



<p>Alguns princípios chaves que estão entrelaçados e norteiam essa abordagem tão sensível, são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O bebê é um sujeito competente que necessita vivenciar a liberdade de movimentos. Ou seja, as conquistas motoras se dão de “dentro para fora”, respeitando seu tempo e seu ritmo.</li><li>Para que a criança possa aproveitar esses momentos de atividade espontânea e livre, é muitíssimo importante que ela tenha momentos de encontros com a figura de referência nos momentos de cuidado corporal. É muito importante ter clareza que o bebê se constitui psiquicamente sustentado pelo corpo e pela relação com o adulto, sua figura de referência. Aliás, o corpo é a via pela qual o sujeito vai começar a se relacionar com o outro. É preciso estabilidade e continuidade para que, aos poucos, o bebê possa nascer psiquicamente. Por isso, os momentos de cuidados corporais, trocas de fralda, banho e alimentação são de suma importância.&nbsp; O olhar, os gestos e a voz dão um suporte e convidam o bebê a entrar gradativamente em contato com o adulto e descobrir o prazer de estar junto. Assim sendo, nesses momentos de encontro com o adulto é como se o bebê recebesse um aleitamento relacional, que lhe dá o sentimento de segurança e confiança para seguir adiante nos momentos em que precisará ficar sem o adulto por perto.</li><li>O engajamento e trabalho de equipe por parte dos profissionais que atuam com os bebês e profissionais. Uma grande ênfase é dada ao trabalho de observação do bebê. Para trabalhar com crianças tão pequenas é preciso saber observá-las e saber o que esperar delas, de acordo com a fase de desenvolvimento. Não existe um cuidador sozinho, é preciso que haja uma rede de apoio para sustentá-lo para que ele possa desempenhar de forma profissional e respeitosa sua função. Um dos recursos que o Instituto Pikler utiliza muito para o estudo é o registro audiovisual, que permite que uma cena ou um gesto do educador seja trabalhado com cuidado. Esses vídeos são extremamente ricos, pois ilustram na prática esses conceitos.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os brinquedos do bebe</strong></h2>



<p>Segundo a <strong>Psicóloga Rita Góes Bezerra de Moraes,</strong> é preciso disponibilizar brinquedos que despertem naturalmente a curiosidade e o prazer de agir do bebê.&nbsp;</p>



<p>O primeiro brinquedo de exploração e descoberta do bebê pode ser um pequeno lenço quadrado de bolinhas, por exemplo.&nbsp;</p>



<p>Sendo leve, o bebê consegue apreender o lenço, trazê-lo para perto do rosto sem se machucar, fixar o olhar nas bolinhas e encontrar diversas formas de interagir com ele.</p>



<p>Sobre as explorações em conjunto com o cuidador:</p>



<p>Em um primeiro momento, o bebê brinca com seu próprio corpo e explora o rosto do adulto, ou suas próprias mãos podem ser uma brincadeira riquíssima.&nbsp;</p>



<p>Olhar e estar perto pode ser de uma grande riqueza para sua constituição psíquica e sentimento de ser alguém.&nbsp;</p>



<p>Em um segundo momento o bebê começa a interagir com brinquedos: uma pequena bola fácil de agarrar, figuras de pano ou pelúcia, bacias leves, pequenos potes brilhosos que servem de espelho, potes para brincar de esvaziar e depois encher, esconder/aparecer com o pano ou lenço.</p>



<p>Também vale destacar que muitos bebês não são adeptos aos brinquedos que ficam pendurados nos berços, porque o bebê além de estar aprimorando a visão, tem lá um estímulo que não está ao alcance dele. O mesmo vale para os andadores que, inclusive, não são indicados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Respeite o tempo do seu bebê&nbsp;</h2>



<p>Atualmente, vivemos em uma cultura da antecipação. Mas é muito importante não antecipar do bebê posturas que ele ainda não conquistou por conta própria.&nbsp;</p>



<p>Por exemplo: colocar o bebê sentado, quando ele ainda não descobriu por conta própria essa posição.</p>



<p>Muitas vezes escutamos “o bebê AINDA não levanta a cabecinha, ainda não rola, ainda não engatinha, ainda não anda”. É claro que precisamos ficar de olho nos marcos do desenvolvimento, mas isso cria uma ideia de que o bebê está atrasado de alguma forma e, dessa forma, deixa-se de olhar e perceber o quão ativo é esse bebê.</p>



<p>Portanto, é preciso observar, entender que cada criança tem seu tempo e, na dúvida, procurar um especialista para buscar saber mais sobre o desenvolvimento do seu bebê.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça a clínica de Multiespecialidades InsightOn</h2>



<p>A InsightOn é uma clínica de Multiespecialidades localizada em Porto Alegre/RS, onde realiza atendimentos presenciais, mas também possui consultas online.</p>



<p>Nosso objetivo é quebrar barreiras quando o assunto é a sua saúde, para que você tenha toda ajuda e apoio que precisa.</p>



<p>Contamos com uma equipe qualificada de especialistas de saúde na área da fonoaudiologia, psicopedagogia, psicologia e psicoterapia.</p>



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<p>Será um prazer cuidar de você e da sua saúde.</p>



<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela fonoaudióloga Cássia Taiana Cavalheiro dos Anjos, CRF 7-9276</em></p>
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		<title>A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE PARA A FALA DAS CRIANÇAS</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/a-importancia-do-ambiente-para-a-fala-das-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 17:35:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Tem uma frase do famoso neuropsicólogo, Alexander Luria, que é perfeita para começar o conteúdo de hoje. Ela diz: “Uma criança não pode inventar uma língua a partir do nada. Estar exposto ao uso da língua é, pois, o requisito mínimo necessário para a aquisição da linguagem.”. Temos diferentes bases teóricas sobre a aquisição da &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/a-importancia-do-ambiente-para-a-fala-das-criancas/"> <span class="screen-reader-text">A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE PARA A FALA DAS CRIANÇAS</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tem uma frase do famoso neuropsicólogo, Alexander Luria, que é perfeita para começar o conteúdo de hoje. Ela diz: <em>“Uma criança não pode inventar uma língua a partir do nada. Estar exposto ao uso da língua é, pois, o requisito mínimo necessário para a aquisição da linguagem.”.</em></p>



<p>Temos diferentes bases teóricas sobre a aquisição da linguagem, mas a maioria concorda que há uma relação entre o que a criança traz em termos biológicos e a qualidade de estímulos do meio em que ela vive.&nbsp;</p>



<p>Partindo dessa frase do Lúria e das teorias, vamos pensar em dois dos requisitos indispensáveis que contribuem no <strong>desenvolvimento da fala e da linguagem</strong> das crianças: o ambiente e a interação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os prejuízos do silêncio</h2>



<p>Refletindo sobre o que falamos até aqui, o que podemos pensar sobre os pais ou sobre os lares silenciosos? E que impacto isso teria no desenvolvimento dos pequenos?</p>



<p>Sendo a linguagem um processo tanto biológico como social, uma alteração ou um empobrecimento desse meio pode ser prejudicial na aquisição e no desenvolvimento da fala da criança.</p>



<p>Então, se pensarmos em uma criança que cresce em um lar onde pouco se conversa com ela, provavelmente ela terá prejuízos nesse desenvolvimento, não só na fala, mas um empobrecimento nas relações afetivas também.&nbsp;</p>



<p>Já falamos aqui que o silêncio é importante e todos nós precisamos desses momentos, tanto os pais quanto as crianças.</p>



<p>No entanto, é preciso oferecer para os pequenos um ambiente rico em interações, palavras, diálogos, música, brincar e etc. Afinal, isso fará toda diferença no desenvolvimento da fala, mas também emocional e social da criança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E o contrário? Lares barulhentos</h2>



<p>Mas claro, assim como um ambiente silencioso trará prejuízos podemos pensar que o contrário também é verdadeiro. Uma casa com excesso de estímulos ou estímulos constantes simultaneamente também incorrerá em dificuldades.&nbsp;</p>



<p>Por isso é importante estar atento e ser cuidadoso com o ritmo das crianças e também com os seus interesses!&nbsp;</p>



<p>Uma casa que não tem espaço para o silêncio ou uma agenda que não permite ao pequeno descanso ou momentos de escolha do que fazer pode ser desencadeador de outras dificuldades e até mesmo alguns aspectos ansiosos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Problemas no desenvolvimento da fala? Fale com nossos fonoaudiólogos!</strong></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Seu filho(a) tem problemas na fala, atraso ou dificuldade? Então está na hora de buscar um atendimento como fonoaudiólogo.</strong></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ou, se você está na dúvida, também já é motivo suficiente para procurar uma opinião de um profissional qualificado, para buscar meios de tratamento adequados.</strong></h4>



<p>Aqui na InsightOn temos fonoaudiólogos online e presenciais, em Porto Alegre/RS. Somos multi clinicas e contamos com diversas especialidades.</p>



<p>Os fonoaudiólogos, também chamados de terapeutas da fala, oferecem tratamentos e soluções para diferentes quadros, trabalhando com a comunicação oral e escrita, expressão e a compreensão.</p>



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<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela fonoaudióloga Cássia Taiana Cavalheiro dos Anjos, CRF 7-9276</em></p>
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		<title>A MÚSICA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/a-musica-no-desenvolvimento-infantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 17:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabia que a música pode ser uma grande aliada no desenvolvimento infantil? Aqui neste conteúdo vamos falar sobre essa relação e seus benefícios para as crianças. Os sons da vida Os bebês começam a ouvir desde cedo, por volta do terceiro mês de gestação. Sendo assim, podemos presumir que uma das primeiras melodias da &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/a-musica-no-desenvolvimento-infantil/"> <span class="screen-reader-text">A MÚSICA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sabia que a música pode ser uma grande aliada no desenvolvimento infantil? Aqui neste conteúdo vamos falar sobre essa relação e seus benefícios para as crianças.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sons da vida</h2>



<p>Os bebês começam a ouvir desde cedo, por volta do terceiro mês de gestação. Sendo assim, podemos presumir que uma das primeiras melodias da vida de alguém é a voz das mães.</p>



<p>Sendo assim, podemos dizer que a música, de certa forma, está presente desde cedo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">A música como expressão</h2>



<p>É importante ressaltar que quando nos referimos à música, não estamos falando só&nbsp; de musiquinhas infantis. Afinal, que mãe ou pai não gosta de mostrar a música ou banda preferida pros filhos? E as crianças também adoram.&nbsp;</p>



<p>Quem não tem sua trilha sonora pra trabalhar, para relaxar, em momentos tristes ou de lazer? A música nos acompanha em muitos momentos da vida.</p>



<p>A música é uma forma de expressão corporal e, também, uma forma de aproximar as pessoas e deixar sua marca na nossa memória afetiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da música no desenvolvimento infantil</h2>



<p>Quando falamos da música no desenvolvimento infantil, é porque ela realmente pode ser uma aliada nesse processo.</p>



<p>Os ritmos e as músicas podem auxiliar no processo de alfabetização por causa das sílabas rimadas e repetidas.&nbsp;</p>



<p>Além disso, é uma boa forma de estímulo e também uma forma de aprender brincando e se divertindo.&nbsp;</p>



<p>Veja abaixo alguns dos benefícios da música no desenvolvimento infantil:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A música afeta as emoções, a sensibilidade proporcionando sentimentos diversos;</li><li>É uma forma de arte;</li><li>É uma forma de expressão;</li><li>Estimula a criatividade e a imaginação;</li><li>Para alguns auxilia na concentração;</li><li>Estimula coordenação motora; vai descobrindo novos recursos do próprio corpo, experimento ritmos diferentes;</li><li>Proporciona momentos agradáveis e divertidos.</li></ul>



<p>E a música pode ser utilizada tanto no dia a dia em casa quanto na escola.</p>



<p>Além disso, segundo a mesma ideia, aprender um instrumento musical também proporciona inúmeros benefícios para as crianças.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça a clínica de Multiespecialidades InsightOn</h2>



<p>A InsightOn é multi clinicas. Ou seja, somos uma clínica de Multiespecialidades localizada em Porto Alegre/RS, onde realizamos atendimentos presenciais, mas também possuímos atendimento 100% digital.</p>



<p>Somos muito mais do que uma clínica de psicologia em Porto Alegre: contamos com uma grande frente de especialistas preparados para te dar o melhor atendimento.</p>



<p>Nosso objetivo é quebrar barreiras quando o assunto é a sua saúde, para que você tenha toda ajuda e apoio que precisa.</p>



<p>Contamos com uma equipe qualificada de especialistas de saúde na área da fonoaudiologia, psicopedagogia, psicologia e psicoterapia.</p>



<p>Para conhecer nossos especialistas e consultar os horários disponíveis para marcar a sua consulta, é só <strong><a href="https://insightmulti.com.br/">clicar aqui</a></strong>. Você pode fazer tudo isso em poucos cliques!</p>



<p>Será um prazer cuidar de você e da sua saúde.</p>



<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela fonoaudióloga Cássia Taiana Cavalheiro dos Anjos, CRF 7-9276</em></p>
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		<title>ALIMENTAÇÃO E MEMÓRIA AFETIVA</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/alimentacao-e-memoria-afetiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 17:21:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabia que a alimentação é uma forma de criar e também nutrir memórias afetivas? Vem com a gente saber mais sobre esse tema tão gostoso e sensível. Comida é carinho Como disse uma vez Mia Couto, escritor moçambicano: &#8220;Cozinhar não é serviço, cozinhar é um modo de amar os outros&#8221;. Por isso, quando falamos &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/alimentacao-e-memoria-afetiva/"> <span class="screen-reader-text">ALIMENTAÇÃO E MEMÓRIA AFETIVA</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sabia que a alimentação é uma forma de criar e também nutrir memórias afetivas? Vem com a gente saber mais sobre esse tema tão gostoso e sensível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comida é carinho</h2>



<p>Como disse uma vez Mia Couto, escritor moçambicano: &#8220;Cozinhar não é serviço, cozinhar é um modo de amar os outros&#8221;. Por isso, quando falamos em alimentar uma criança, estamos também falando em uma das muitas formas de transmitir amor e carinho à elas.</p>



<p>Não só, claro, pelas questões óbvias que são as necessidades básicas de nutrição, mas também porque alimentar uma criança a nutre de afeto.&nbsp;</p>



<p>Afinal, é só pensarmos na receita que a avó ou a mãe fazia na infância e, só de sentir o cheiro, aguça a nossa memória e chega dar água na boca.</p>



<p>Sentiu por aí também?</p>



<p>Isso é comum, até mesmo porque comer também é um ato social. É um momento para estar junto de quem a gente gosta. Momento de troca com o outro. Comer é um encontro.</p>



<p>Por isso tudo é que destacamos a importância desse ato desde a amamentação (ou alimentação por mamadeira &#8211; “mamadeirar” &#8211; para quem não pode no peito), pois é pela boca que o mundo vai sendo apresentado para as crianças.</p>



<p>No entanto, também existem comportamentos que podem ser negativos e devem ser evitados e desassociados com o momento do “comer”. Veja a seguir alguns exemplos!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dicas do que evitar fazer com as crianças na hora das refeições&nbsp;</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Tecnologia pode esperar</h3>



<p>Um dos campeões dos maus hábitos na hora da alimentação &#8211; ainda mais em época de pandemia &#8211; são os distratores: celular, televisão, tablet.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, nossa sugestão é que evitem ao máximo os eletrônicos nos momentos de refeição.&nbsp;</p>



<p>Tentem em algum momento do dia comer todos juntos, pelo menos em uma das refeições. E, se possível, desligue a TV, deixe os celulares no silencioso e os brinquedos no quarto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Não engane a criança</h3>



<p>Não tente chamar a atenção da criança para outra coisa enquanto coloca uma colher de comida na boca dela, no momento em que está distraída com outra coisa.&nbsp;</p>



<p>Estimule a criança a participar e se interessar por esse momento gostoso, que é o de comer.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Não insista demais</h3>



<p>Quando você está satisfeito com o que comer, o que você faz? Isso mesmo: você para. E a criança também deve ter seus limites respeitados.</p>



<p>Sendo assim, não insista ou tente obrigar a criança a comer mais do que ela tem vontade.</p>



<p>Também não tente encher o prato acreditando que assim ela poderá comer um pouco mais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Comer não é um jogo</h3>



<p>A brincadeira é sim uma forma de aprender, mas quando estamos falando de alimentação não temos que relacionar a comida a isso.</p>



<p>O que queremos dizer aqui é: não prometa alguma coisa em troca para que ela coma “tudo” e também não premie algum comportamentos com guloseimas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Não ameace&nbsp;</h3>



<p>Não castigue seu filho porque não comeu, nem use de ameaças como “se não comer tudo não sai da mesa” ou “se não comer tudo não vai brincar”. Assim você evita associar a alimentação a algo negativo.</p>



<p>Por fim, também não compare seu filho com outra criança que come tudo ou que come isso ou aquilo.&nbsp; Lembre-se que cada criança é única, tem seu tempo, seu gosto e suas particularidades &#8211; e elas devem ser respeitadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aposte na tranquilidade&nbsp;</h2>



<p>É importante que os momentos das refeições sejam tranquilos &#8211; o máximo possível, pelo menos.</p>



<p>Sabemos que nem sempre será um mar de rosas e não estamos aqui para romantizar. Afinal, vão sim acontecer episódios de estresse às vezes.&nbsp;</p>



<p>Mas construir um ambiente tranquilo e de trocas nas horas das refeições são registros importantes que ficam na memória afetiva das crianças e que possibilitam que eles construam uma boa relação com a comida desde pequenas.</p>



<p>Também é importante que, caso a criança demonstre muita dificuldade, seletividade e/ou restrições, aconteça a busca pela ajuda profissional e orientação. Às vezes não é só birra, sono ou escolha de paladar, pode estar acontecendo alguma dificuldade real.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça a clínica de Multiespecialidades InsightOn</h2>



<p>A InsightOn é uma clínica de Multiespecialidades localizada em Porto Alegre/RS, onde realiza atendimentos presenciais, mas também possui consultas online com psicólogos, terapeutas, psiquiatras e psicopedagogos.</p>



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<p>Contamos com uma equipe qualificada de especialistas na área da saúde.</p>



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<p>Será um prazer cuidar de você e da sua saúde.</p>



<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela fonoaudióloga Cássia Taiana Cavalheiro dos Anjos, CRF 7-9276</em></p>
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		<title>PLASTICIDADE CEREBRAL E INTERVENÇÃO PRECOCE</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/plasticidade-cerebral-e-intervencao-precoce/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 17:08:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Vamos falar sobre Plasticidade cerebral ou neuroplasticidade e intervenção precoce? Continue aqui com a gente e aproveite a leitura sobre esse importante tema. Você sabe o que é plasticidade cerebral? Para falar sobre plasticidade cerebral precisamos antes &#8211; ou em conjunto &#8211; falar sobre o desenvolvimento infantil e entender que, antes de tudo, ele é &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/plasticidade-cerebral-e-intervencao-precoce/"> <span class="screen-reader-text">PLASTICIDADE CEREBRAL E INTERVENÇÃO PRECOCE</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vamos falar sobre Plasticidade cerebral ou neuroplasticidade e intervenção precoce? Continue aqui com a gente e aproveite a leitura sobre esse importante tema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Você sabe o que é plasticidade cerebral?</h2>



<p>Para falar sobre plasticidade cerebral precisamos antes &#8211; ou em conjunto &#8211; falar sobre o desenvolvimento infantil e entender que, antes de tudo, ele é um processo, uma construção.</p>



<p>E esse processo envolve aspectos biológicos, psicológicos e sociais.&nbsp;</p>



<p>Durante esse processo, além das influências genéticas, do cuidado e da nutrição, as crianças vão experienciar o mundo que as cerca, interagindo com o ambiente e com outras pessoas e, assim, vão adquirindo novas habilidades.&nbsp;</p>



<p>A <strong>plasticidade cerebral </strong>então é a habilidade que o cérebro tem de se reestruturar, se remodelar e se recuperar. É a capacidade que ele tem de ir se adaptando e modificando em resposta ao que vivenciamos.&nbsp;</p>



<p>Os conhecimentos cognitivos vão se construindo através dos conhecimentos de base. O cérebro, com a ajuda dos órgãos que compõem os sentidos (visão, olfato, audição, paladar e tato) se apropria da informação por meio de um estímulo adequado – vindo do ambiente – e, na maioria das vezes, realizado pelos pais/adultos de referência da criança e cuidadores.</p>



<p>Essa capacidade é muito maior entre a concepção até os 2 anos, que são os famosos e importantes primeiros 1000 dias do bebê. É considerado um período crítico ou sensível para o crescimento e o desenvolvimento.&nbsp;</p>



<p>Claro que não é só nesse período que isso acontece. É comprovado que o cérebro humano é plástico o suficiente para possibilitar que a gente aprenda até o fim da vida.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, todas as experiências positivas ou negativas têm impacto durante toda a nossa vida. No entanto, a primeira infância (que vai até os 6 anos) é um período crucial e o ritmo de apreensão de conteúdos diminui bastante após essa fase.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Intervenção precoce</h2>



<p>Levando em consideração tudo o que falamos por aqui e da importância dos primeiros mil dias do bebê, fica também o registro da importância da intervenção precoce quando a criança apresenta alguma dificuldade, atraso ou transtorno no desenvolvimento.</p>



<p>A <strong>Intervenção Precoce</strong> (IP) é hoje uma prática multidisciplinar que procura responder às necessidades de crianças com perturbações do desenvolvimento e em situações de risco, ultrapassando os antigos modelos de estimulação <strong>precoce.</strong></p>



<p>Isso é importante pois quanto mais cedo detectarmos e intervirmos, oportunizamos que a criança se desenvolva mais e melhor dentro das suas possibilidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fonoaudiólogos: terapeutas da fala</h2>



<p>Se você notou que o seu filho(a) tem problemas na fala, atraso ou dificuldade, procure uma opinião de um profissional qualificado, para buscar meios de tratamento adequados.</p>



<p>Aqui na InsightOn temos fonoaudiólogos online e presenciais, em Porto Alegre/RS. Somos multi clinicas e contamos com diversas especialidades.</p>



<p>Os fonoaudiólogos, também chamados de terapeutas da fala, oferecem tratamentos e soluções para diferentes quadros, trabalhando com a comunicação oral e escrita, expressão e a compreensão.</p>



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<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela fonoaudióloga Cássia Taiana Cavalheiro dos Anjos, CRF 7-9276</em></p>
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		<title>O CHORO DO BEBÊ E O QUE ELE PODE NOS INDICAR</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/tipos-de-choro-do-bebe-e-o-que-pode-indicar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 20:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Vamos falar sobre os tipos de choro de bebê? Para mães e pais, entender o choro do bebê pode ser um grande desafio. Afinal, ele é a forma do bebê se comunicar e pode indicar muitas coisas, mas muitas vezes é difícil decifrar o que ele significa, não é mesmo? O choro e a comunicação &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/tipos-de-choro-do-bebe-e-o-que-pode-indicar/"> <span class="screen-reader-text">O CHORO DO BEBÊ E O QUE ELE PODE NOS INDICAR</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vamos falar sobre os tipos de choro de bebê? Para mães e pais, entender o choro do bebê pode ser um grande desafio. </p>



<p>Afinal, ele é a forma do <a href="https://insightmulti.com.br/desenvolvimento-da-linguagem-e-fala/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bebê se comunicar</a> e pode indicar muitas coisas, mas muitas vezes é difícil decifrar o que ele significa, não é mesmo?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O choro e a comunicação</h2>



<p>Bom, o choro é a primordial e mais importante forma de comunicação do bebê no início da vida. É uma reação biológica, já que é através dele que o bebê terá suas necessidades atendidas.</p>



<p>O bebê chora sempre que tem um desconforto. Cada vez mais esse choro vai se tornando diferenciado, com características distintas na emissão vocal e no tom, os pais, sobretudo a mãe ou o cuidador mais próximo, vão aprendendo a desvendar/interpretar se esse choro é de fome, é de sono, é de dor ou se só querem um colinho e aconchego.&nbsp;</p>



<p>E essa identificação é fundamental para que a necessidade do bebê seja atendida.&nbsp;</p>



<p>Lendo um interessante artigo de um autor chamado Spitz (1988), ele diz que no início existem estados de tensão fisiológica que, progressivamente, perdem o seu carácter difuso, aparecendo então como manifestações de desprazer mais específicas e estruturadas. O choro é a expressão afetiva maior.&nbsp;</p>



<p>Nesta altura, a criança reage de forma arcaica, através de um reflexo, às sensações vindas do interior ou do exterior.&nbsp;</p>



<p>No terceiro mês de vida vai ocorrendo uma mudança, pois surge a capacidade de manifestar as suas necessidades para o meio que a rodeia, o que constitui uma manifestação ativa, dirigida e intencional. Através do choro, que corresponderia a um apelo, a criança sinaliza as suas necessidades.</p>



<p>Outro autor pressupõe que o choro é uma forma de comunicação especificamente dirigida à figura de apego, e que a disponibilidade da mãe e qualidade da relação precoce determinam a evolução do grito para outras formas de comunicação mais intencionais.</p>



<p>Outra coisa importante de destacar, caso o bebê mantenha um choro incessante, é a importância para que se procure o pediatra. É natural que o bebê chore, mas ao ser atendido ele geralmente se acalma. Caso isso não aconteça, é importante ter uma orientação médica.&nbsp;</p>



<p>Pra finalizar, segue aqui um trecho do artigo que consideramos importante a ser destacado: <em>A capacidade de chorar parece corresponder, do ponto de vista do desenvolvimento cognitivo, à capacidade de conceptualizar os objectos internamente, do ponto de vista do desenvolvimento psico-afectivo, à capacidade de estabelecer a vinculação, e o choro parece ser um sinal comportamental carregado de valor evolutivo.</em></p>



<p>Então, o choro nos indica comunicação, uma forma de estabelecer vínculo, uma forma de cultivar afeto e tem valor fundamental para o desenvolvimento da linguagem. E buscar analisar e entender o que significa os tipos de choro do bebê vai ajudar e muito. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Procure ajuda</h2>



<p>Se o seu bebê chora muito e incessantemente e nada o acalma, procure ajuda de um especialista para identificar a causa e propor medidas para resolver o problema.</p>



<p>Caso você já tenha procurado o pediatra e o choro continue sem parar, um psicólogo pode te ajudar.</p>



<p>E, se esse choro excessivo resultar em problemas de comunicação, um fonoaudiólogo é a melhor opção.</p>



<p>AGENDE SUA CONSULTA: aqui na Clínica de Multiespecialidades InsightOn nós contamos com psicólogos, fonoaudiólogos e também psicopedagogos. Uma equipe completa e atualizada para te dar todo o suporte que você precisar.</p>



<p><a href="https://insightmulti.com.br/#agendamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLIQUE AQUI</a>, conheça nossos especialistas e agende sua consulta em poucos cliques.</p>



<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela fonoaudióloga Cássia Taiana Cavalheiro dos Anjos, CRF 7-9276</em></p>
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		<title>DEIXAR O BEBÊ CHORANDO ATÉ DORMIR? SAIBA O QUE (NÃO) FAZER!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 14:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[O choro do bebê é um assunto bem desafiador para os pais. A única forma que os pequenos têm para se comunicar, mas que muitas vezes não é compreendida. Mas o que você pensa sobre deixar o bebê chorando até dormir ou para aprender a esperar? Será que deixar o bebê chorando faz mal? Hoje &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/deixar-o-bebe-chorando-faz-mal/"> <span class="screen-reader-text">DEIXAR O BEBÊ CHORANDO ATÉ DORMIR? SAIBA O QUE (NÃO) FAZER!</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O choro do bebê é um assunto bem desafiador para os pais. A única forma que os pequenos têm para se comunicar, mas que muitas vezes não é compreendida.</p>



<p>Mas o que você pensa sobre deixar o bebê chorando até dormir ou para aprender a esperar? Será que deixar o bebê chorando faz mal? Hoje é sobre isso que vamos falar neste artigo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O seu bebê fala… Mas você escuta?</h2>



<p>Entendendo que o choro é a única forma de comunicação dos bebês, sabemos que quando eles choram estão nos dizendo algo, comunicando algum desconforto, como já falamos.</p>



<p>Então não parece razoável que ignoremos essa comunicação quando eles precisam de algo.&nbsp;</p>



<p>Existe, no entanto, uma crença de que se o bebê for sempre prontamente atendido ele ficará mais dependente e aprenderá a fazer “manha”. Porém, os bebês ainda não têm maturidade neurológica para fazer tal coisa, tampouco para desenvolver autonomia e independência &#8211; que também são conquistadas com a maturidade.&nbsp;</p>



<p>Também vale levar em conta que por volta dos 6/7 meses até 18 meses (alguns especialistas falam até os 24 meses) aparece a ansiedade de separação.&nbsp;</p>



<p>Nessa fase eles já deram um salto cognitivo, já conquistaram alguma independência, mas ainda não entendem que a mãe vai, mas volta. Então uma saída da mãe pode ser um evento de muito choro.&nbsp;</p>



<p>Essa experiência também pode acontecer no momento de adaptação escolar, com bastante frequência. Mas tudo é um processo!</p>



<p>E por isso é tão importante que exista uma adaptação gradual e progressiva para que a criança, além de ir criando vínculo com outras pessoas, vá se acostumando com o novo ambiente e aprenda que a mãe ou o responsável vai deixá-la, mas logo volta para buscá-la.</p>



<p>Mas para que isso tudo aconteça da melhor forma, para que a criança vá conquistando essa independência e autonomia, é preciso que esse vínculo lá do início seja bem estabelecido. Que mãe e pai estejam bem fortalecidos dentro da criança. E uma das formas de se construir isso é atendendo e aconchegando o bebê nos momentos de choro. É só assim que ele vai se sentir seguro e ir se tornando confiante e com mais vontade de explorar o mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fonoaudiólogos: terapeutas da fala</h2>



<p>Aqui na InsightOn temos fonoaudiólogos online e presenciais, em Porto Alegre/RS. Somos multi clinicas e contamos com diversas especialidades.</p>



<p>Os fonoaudiólogos, também chamados de terapeutas da fala, oferecem tratamentos e soluções para diferentes quadros, trabalhando com a comunicação oral e escrita, expressão e a compreensão.</p>



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		<title>A RESPIRAÇÃO COMO PONTO CHAVE EM MOMENTOS DE ESTRESSE</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/respiracao-para-reduzir-o-estresse/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 13:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Respiração para reduzir o estresse: vem saber como essa prática pode te ajudar nos momentos de desafios do dia a dia. Quando o assunto é estresse, redobrar a atenção com a respiração pode ser uma ótima válvula de escape. Quer saber o que estresse, respiração e fonoaudiologia têm em comum? Então continue a leitura! Fonoaudiologia &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/respiracao-para-reduzir-o-estresse/"> <span class="screen-reader-text">A RESPIRAÇÃO COMO PONTO CHAVE EM MOMENTOS DE ESTRESSE</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Respiração para reduzir o estresse: vem saber como essa prática pode te ajudar nos momentos de desafios do dia a dia.</em></p>



<p>Quando o assunto é estresse, redobrar a atenção com a respiração pode ser uma ótima válvula de escape. Quer saber o que estresse, respiração e fonoaudiologia têm em comum? Então continue a leitura!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fonoaudiologia e estresse&nbsp;</h2>



<p>Você sabia que a Fonoaudiologia trabalha, entre muitos outros pontos, questões de estresse?&nbsp;</p>



<p>Claro que a gente não costuma pensar ou associar “estou estressada, vou procurar uma fono”, eu sei, mas é importante saber que a Fonoaudiologia trabalha diretamente com uma das funções vitais para todos nós que é a respiração.</p>



<p>A respiração está relacionada com a fala, com a alimentação (mastigação e deglutição), com a voz e com o sono, que são áreas de estudo e atuação clínica da fonoaudiologia. Todas essas coisas estão entrelaçadas e se complementam.&nbsp;</p>



<p>A respiração ideal, em repouso, ou seja, quando não estamos falando ou nos alimentando, é a nasal. O nariz é responsável por aquecer, filtrar e umidificar o ar e enviar ele limpinho pros pulmões.&nbsp;</p>



<p>Claro que a boca participa da respiração, mas essa não é a função principal dela. Tanto que crianças, por exemplo, que respiram exclusivamente pela boca, tem consequências desastrosas no desenvolvimento &#8211; inapetência, prejuízos na aprendizagem, doenças respiratórias com mais frequência, alteração nos órgãos fonoarticulatórios e possivelmente alterações na fala.</p>



<p>Mas, voltando a respiração nasal, em caso de alguma obstrução é importante que se mantenha o nariz limpo. E em casos de alergia e de obstruções mais persistentes é importante procurar um otorrino.&nbsp;</p>



<p>E o padrão respiratório ideal é o diafragmático, que é um músculo que nós temos logo abaixo das costelas.&nbsp;</p>



<p>Mas e nos casos de estresse? Como a respiração pode nos auxiliar?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">A respiração e o estresse</h2>



<p>Nos momentos de estresse ou ansiedade, é visível que o nosso padrão respiratório sofre alteração. A gente hiperventila, ou seja, a respiração fica rápida e curta.&nbsp;</p>



<p>Então, nesses momentos, é importante voltar sua atenção para a forma como está sua respiração. Procure respirar pelo nariz e soltar o ar pela boca, levando seu grau de atenção todo para esse exercício.&nbsp;</p>



<p>Ao tornar a nossa respiração consciente isso possibilita que você possa ir controlando melhor sua respiração e vá se acalmando, voltando ao equilíbrio, e a tendência é que uma possível crise vá diminuindo.&nbsp;</p>



<p>Ou seja, é possível e importante aprender a usar a respiração para reduzir o estresse mas não apenas para o estresse, mas também para dormir melhor, se comunicar melhor, comer melhor, entre outros benefícios. E, para isso, um fonoaudiólogo pode te ajudar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fonoaudiólogos: terapeutas da fala</h2>



<p>Aqui na InsightOn temos fonoaudiólogos online e presenciais, em Porto Alegre/RS. Somos multi clinicas e contamos com diversas especialidades.</p>



<p>Quando mencionamos sobre aspectos da fala, um fonoaudiólogo pode ajudar. Uma consulta com esse especialista pode ocorrer de diferentes maneiras, dependendo do caso apresentado pelo paciente.</p>



<p>Os fonoaudiólogos, também chamados de terapeutas da fala, oferecem tratamentos e soluções para diferentes quadros, trabalhando com a comunicação oral e escrita, expressão e a compreensão.</p>



<p><strong><a href="https://insightmulti.com.br/#agendamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLIQUE AQUI</a></strong> e veja a lista de especialistas disponíveis. Agende seu horário em poucos cliques, com a facilidade que só a InsightOn proporciona!</p>



<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela fonoaudióloga Cássia Taiana Cavalheiro dos Anjos, CRF 7-9276</em></p>
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		<item>
		<title>Bilinguismo infantil: é uma boa escolha?</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/bilinguismo-infantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 13:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabe o que é bilinguismo infantil? Vem com a gente neste conteúdo e saiba se essa é uma boa escolha! NASCIMENTO DO BEBÊ Desde o momento em que se recebe a notícia de que um bebê será gerado na família, milhares de questionamentos começam a passar pela cabeça dos pais: “como será que ele &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/bilinguismo-infantil/"> <span class="screen-reader-text">Bilinguismo infantil: é uma boa escolha?</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sabe o que é bilinguismo infantil? Vem com a gente neste conteúdo e saiba se essa é uma boa escolha!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>NASCIMENTO DO BEBÊ</strong></h2>



<p>Desde o momento em que se recebe a notícia de que um bebê será gerado na família, milhares de questionamentos começam a passar pela cabeça dos pais: “como será que ele vai ser? Terá os olhos do pai? A boca da mãe?” até idealizações como: “quero que meu filho tenha um futuro brilhante, por isso, ele será&#8230;.”.</p>



<p>E, e através dessas idealizações, vamos estimulando a criança de diversas formas: com brincadeiras, livros, músicas, conversas e muitas vezes essa estimulação envolve a apresentação de um outro idioma, mas será que esse é realmente o melhor momento para que seja feita uma estimulação em outro(s) idioma(s) além da língua presente no país em que se reside?</p>



<p>Hoje já se sabe que desde o nascimento o bebê tem um logo caminho a percorrer nos seus primeiros mil dias de vida. </p>



<p>Durante esse período o bebê precisa se descobrir e descobrir o mundo, além de atingir todos os marcos motores e a sua linguagem com eficiência. </p>



<p>Mas você já parou para pensar em como um bebê adquire todas essas habilidades? Já pensou em todo o processo que ocorre até ele conseguir falar suas primeiras palavras no aniversário de um aninho?</p>



<p>Quando o bebê nasce, ele está apto para aprender qualquer idioma! Os estudos já nos mostram que até aproximadamente os 6 meses de vida o bebê é capaz de distinguir qualquer traço sonoro, isso quer dizer que, nesses primeiros 6 meses de vida, o bebê consegue diferenciar qualquer som de qualquer língua e antes do primeiro ano de vida vai perdendo essa habilidade e se especializando na língua materna, sendo esta normalmente o idioma do país em que a família mora. </p>



<p>Mas já pensou o que acontece com um bebê quando cada um de seus pais possuem um idioma de origem e estão residindo em um país com uma língua completamente diferente dessa dos pais? Será muita informação para esse bebê? </p>



<p>Inicialmente precisamos eliminar o que ainda resta da ideia de que o bebê é um ser passivo e sem muitas capacidades que só sabe comer, dormir e chorar. </p>



<p>Desde o momento em que o bebê nasce, ele já está trabalhando (e muito) no seu desenvolvimento e com a aquisição da fala e da linguagem não é diferente. Aproveitar as habilidades que o bebê possui nos momentos corretos vai determinar o sucesso ou não do seu desenvolvimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>MAS QUAIS SÃO ESSAS HABILIDADES?</strong></h2>



<p>As pesquisas já sugerem que os bebês com desenvolvimento típico, ou seja, um bebê que está com o seu desenvolvimento dentro do esperado, conseguindo atingir os marcos do neurodesenvolvimento e tendo as habilidades sensoriais dentro do esperado – isso inclui uma audição normal, possuem uma sensibilidade precoce para uma série de propriedades da fala, assim, já no final da gestação, eles já são capazes de distinguir contornos melódicos (lembrando que o bebê já consegue escutar a partir da 21ª semana de gestação).</p>



<p>&nbsp;Além disso, ao nascer já são capazes de:</p>



<p>&#8211; Diferenciar a voz de sua mãe quando comparada com outra feminina e tem preferência pela de sua mãe;</p>



<p>-Perceber diferentes sons, por exemplo, por mais parecida que sejam as palavras – Pato x Bato, o bebê já percebe essa diferença;</p>



<p>-Discriminar sua língua materna de outra não conhecida;</p>



<p>-Identificar diferentes entonações;</p>



<p>-Perceber palavras em uma frase;</p>



<p>-Compreender palavras em diferentes contextos</p>



<p>&nbsp;Atualmente já se tem a hipótese de que o bebê consegue identificar aqueles elementos (palavras, sons, sílabas) que mais se repetem na fala dos cuidadores. Ao escutá-los em diversos momentos o bebê os “analisa” para conseguir defini-los como uma palavra e esse processo independe do idioma, ou mesmo dos idiomas apresentados.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bilinguismo infantil</h2>



<p>Quando pensamos em bilinguismo infantil, precisamos ter alguns cuidados. </p>



<p>Um dos mais importantes é ter ciência de que o bebê pode aprender quantos idiomas simultâneos o ambiente lhe proporcionar, contanto que essas falas tenham função comunicativa, ou seja, para que uma criança adquira várias línguas simultaneamente é muito importante que ela tenha com quem falar! </p>



<p>E quando se pensa em diálogo antes do primeiro ano de vida não necessariamente se espera que o bebê converse com seus pais através de palavras, mas sim, que seus pais falem em seu idioma de origem, preferencialmente caprichando na prosódia. A prosódia é um elemento muito importante para aquisição de qualquer língua, ela pode ser entendida como um conjunto de efeitos vocais que envolvem variações de altura, intensidade, duração e pausa durante a nossa fala. Talvez um bom exemplo de estilo de fala que possui várias características prosódicas seja o “manhês”. </p>



<p><em>O “manhês” é um modo de falar que muitos pais utilizam quando vão se dirigir aos seus bebês, normalmente caracterizado por uma fala mais infantilizada, com mais perguntas, sem se preocupar com o “falar corretamente” e mais próximo de uma fala cantada já que as vogais das sílabas são bastante alongadas e possuem mais entonação. Esse tipo de fala é universal e utilizado em todas as línguas.</em></p>



<p>Quando um bebê se encontra em um ambiente onde o pai fala português como língua materna e a mãe tem como sua língua materna o inglês, por exemplo, sempre se sugere que cada um fale com seu filho nos seus idiomas de origem e deixe para a sociedade – neste caso, escola infantil, por exemplo, que transmita a língua do país em que reside, isso porque, o bebê com desenvolvimento normal tem a capacidade de responder e se adequar a cada falante e assim, conseguirá extrair todas essas características linguísticas que só um falante nativo consegue transmitir. Dessa forma, o bebê quando começar a falar suas primeiras palavras – e isso pode acontecer um pouco mais tardiamente já que ele está tendo que dar conta de adquirir mais de um idioma ao mesmo tempo (porém, precisa estar falando algumas palavras antes dos 2 anos) – conseguirá se adequar e responder se dirigindo de forma diferente para cada falante. Contudo, também precisamos lembrar que da mesma forma que um bebê com apenas uma língua materna irá cometer “erros”, esse bebê bilingue também cometerá. Esses “erros” fazem parte do desenvolvimento normal, além disso, em alguns momentos, principalmente durante a produção de discursos mais longos, a criança pode misturar os idiomas na tentativa de expressar adequadamente suas ideias e sentimentos.</p>



<p>Diante desses cenários, porque não aproveitar as diferentes línguas maternas que essa família possui e passar para o bebê? Ficou com alguma dúvida sobre esse assunto e quer saber mais?</p>



<p>Aqui na InsightOn nós contamos com uma equipe de fonoaudiólogas especializadas que podem te ajudar.</p>



<p>O maior ato de cuidado é aquele com você mesmo!</p>



<p><strong><u><a href="https://wa.me/5551993768716?text=Ol%C3%A1%20Gostaria%20de%20%20saber%20mais%20sobre%20a%20Clinica%20Insight%20Multi%20e%20seus%20servi%C3%A7os">CLIQUE AQUI</a></u></strong> para falar com a nossa equipe via whatsapp e realize o seu agendamento. </p>



<p>*Texto desenvolvido pela fonoaudióloga Maiara Novello, CRFa 7 &#8211; 10177</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://wa.me/5551993768716?text=Ol%C3%A1%20Gostaria%20de%20%20saber%20mais%20sobre%20a%20Clinica%20Insight%20Multi%20e%20seus%20servi%C3%A7os">WhatsApp (51) 9937-68716</a>⠀⠀⠀</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f4e7.png" alt="📧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> contato@insightmulti.com.br.</p>
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		<title>COMO AJUDAR AS CRIANÇAS A DAR PALAVRAS AOS SENTIMENTOS E EMOÇÕES</title>
		<link>https://insightmulti.com.br/falar-sobre-sentimentos-na-infancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor Blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 11:28:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FONOAUDIOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Falar sobre sentimentos: você sabe como ajudar as crianças a colocarem palavras nos sentimentos ou emoções? Isso geralmente é muito abstrato. Afinal, as crianças sentem, mas não entendem muito bem. E é compreensível, não é mesmo? Se até para nós, adultos, já é difícil reconhecer e compreender os sentimentos, imagina para os pequenos. Mas mesmo &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://insightmulti.com.br/falar-sobre-sentimentos-na-infancia/"> <span class="screen-reader-text">COMO AJUDAR AS CRIANÇAS A DAR PALAVRAS AOS SENTIMENTOS E EMOÇÕES</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Falar sobre sentimentos: você sabe como ajudar as crianças a colocarem palavras nos sentimentos ou emoções?</p>



<p>Isso geralmente é muito abstrato. Afinal, as crianças sentem, mas não entendem muito bem. E é compreensível, não é mesmo? Se até para nós, adultos, já é difícil reconhecer e compreender os sentimentos, imagina para os pequenos.</p>



<p>Mas mesmo sendo difícil de compreender, as crianças sentem. Se sentem frustradas, com raiva, tristes, felizes, ansiosas, com medo, com vergonha… Quando nasce um irmão podem sentir ciúme.</p>



<p>Por isso é importante iniciarmos o mais cedo possível esta compreensão para poder nomear esses sentimentos. Inclusive, uma boa forma de fazer isso é através das histórias infantis, que podem ser uma ferramenta para auxiliar a identificar e nomear com as crianças as emoções dos personagens.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Falar sobre os sentimentos é importante</h2>



<p>Falar dos sentimentos de outras pessoas, amiguinhos, irmãos, também pode ser uma forma de ajudar as crianças a entenderem o que sentem e também ajudar os pais nesse entendimento.</p>



<p>Por exemplo: se algum amigo/irmão chora por algum motivo, podemos falar sobre o motivo. Se, porventura, a criança presencia a mãe triste e emocionada por algo, ou irritada, ou feliz, enfim, poder dizer, eu estou muito brava agora, daqui a pouco a gente conversa.&nbsp;</p>



<p>É importante criar espaço para conversar sobre isso. E é uma forma de dar o exemplo e até mesmo estimular que a criança aprenda a identificar e expor o que está sentindo, conseguindo assim criar base para diálogos no futuro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aprendendo a lidar com as emoções</h2>



<p>Dessa forma, e quando há estímulo do diálogo &#8211; e não o bloqueio ou invalidação dos sentimentos da criança &#8211; elas vão aprendendo a lidar com suas emoções e externalizar do “jeito certo”, ou seja, de uma forma saudável.</p>



<p>Assim elas vão aprendendo que quando estão bravas, ao invés de bater, podem falar sobre isso e entender o que estão sentindo. Que não é feio, nem errado sentir e que, apesar de muitos sentimentos serem difíceis e desconfortáveis, eles passam e precisam ser sentidos.</p>



<p>Inclusive, fica aqui uma dica de filme ótimo para lidar com esses sentimentos &#8211; o filme “Divertidamente”. Ele fala das emoções de uma menina de 11 anos depois que ela muda de cidade e da confusão na sala de controle do cérebro e de como isso afeta a vida dela. É um amor e muito bom quando falamos sobre sentimentos infantis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fonoaudiólogos: terapeutas da fala</h2>



<p>Aqui na InsightOn temos fonoaudiólogos online e presenciais, em Porto Alegre/RS. Somos multi clinicas e contamos com diversas especialidades.</p>



<p>Quando mencionamos sobre aspectos da fala um fonoaudiólogo pode ajudar. Uma consulta com esse especialista pode ocorrer de diferentes maneiras, dependendo do caso apresentado pelo paciente.</p>



<p>Os fonoaudiólogos, também chamados de terapeutas da fala, oferecem tratamentos e soluções para diferentes quadros, trabalhando com a comunicação oral e escrita, expressão e a compreensão.</p>



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<p><em>*Conteúdo inspirado em áudio enviado no grupo “Mães em Tempos de Crise”, pela fonoaudióloga Cássia Taiana Cavalheiro dos Anjos, CRF 7-9276</em>.</p>



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